quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil [9] #EspíritoSanto


Lelo Coimbra (PMDB)

Nota: Lelo é um dos deputados cuja campanha foi financiada pela Vale/Samarco, caracterizando conflito de interesses ao ser selecionado para participar da comissão criada na Câmara[4] a respeito do rompimento de barragens em Bento Rodrigues.[5]

Foi um dos 71 deputados que, em 27 de maio de 2015, alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil, dado no dia anterior, na terça-feira, 26 de maio, em sessão do Congresso, quando votara contra o financiamento privado. No dia 27, sem maiores explicações e após o presidente da câmara recolocar o tema em votação, votou a favor do financiamento privado das campanhas eleitorais.[6]


Marcus Vicente (PP)

Nota: Ligado à bancada da Bola e Substituto interino de Marco Polo Del Nero na presidência da CBF, Marcus Antônio Vicente é um velho aliado da alta cúpula da entidade. Foi vice-presidente regional durante a gestão de Ricardo Teixeira já em 1995, sendo um importante ponto de apoio também no campo político.

A gestão do futebol capixaba durante a "Era Marcus Vicente" foi posta em xeque durante a CPI que investigou os contratos da CBF com a Nike, no ano de 2001. O relatório do deputado Silvio Torres apontou, entre outras aparentes irregularidades, o não recolhimento de alguns impostos e a falta de registros contábeis da FES entre os anos de 1995 e 2000. Também não teria sido comprovado o destino de uma verba oriunda da CBF, no montante de R$ 50 mil, repassada em 1998 a um "favorecido desconhecido". À época da CPI, a diretora financeira da FES era uma irmã de Marcus Vicente.

Com informações do Wikipedia e do Portal Globo Esporte

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