quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil [8] #DistritoFederal


Alberto Fraga (DEM)


Nota: Coronel da Reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, com mestrado em Segurança Pública. 

No ano de 2014 foi condenado em 1ª Instância em ação ajuizada pelo MPDFT. O órgão ministerial denunciou Alberto Fraga por possuir e manter em depósito, em um apartamento do Hotel Golden Tulip, um revólver calibre 357 Magnum, de uso restrito, marca Smith e Wesson, municiado com seis projéteis e 283 munições, também de uso restrito (145 de calibre 9mm, marca Magtech; 92 de .40, marcas CBC e Magtech; e 46 calibre 357 Magnum), bem como 1.112 munições de arma de fogo de uso permitido. [1] Ainda que mantida a condenação na segunda instância (uma vez que o referido processo já foi remetido ao STF, foro competente), Fraga não deixará de cumprir os requisitos da Lei da Ficha Limpa, uma vez que o crime a ele imputado não consta do rol da Lei Complementar n. 135/2010.

Em 2015, após uma discussão e troca de agressões entre Roberto Freire e Jandira Feghali, Fraga afirmou "Ninguém pode se prevalecer da posição de mulher para querer agredir quem quer que seja. E eu digo sempre que mulher que participa da política e bate como homem, tem que apanhar como homem também.". [2]




Izalci Lucas (PSDB)

Nota: Antes de entrar na vida pública foi líder sindical, época em que criou o cheque-educação, um programa que aproveita as vagas ociosas nas escolas particulares e as oferece para alunos carentes com um desconto que varia de acordo com a disponibilidade da escola e da capacidade de pagamento da família. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Izalci relativo aos anos de 2009 a 2011. A decisão foi tomada em inquérito instaurado pelo Ministério Público Federal (MPF) para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos no Programa de Inclusão Digital, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP/DF).[4]

Izalci se disse tranquilo quanto às investigações. “Aqueles que assumem cargos na administração pública sempre estão sujeitos à investigação. E é assim que deve ser. Estou tranquilo porque sei que o STF vai comprovar a compatibilidade do meu patrimônio com o que foi declarado na Receita Federal”.



Laerte Bessa (PR)

Nota: Delegado de Polícia, chegou a chefiar a Polícia Civil do Distrito Federal. Em 17 de novembro de 2003, ainda chefe da polícia civil de Brasília, Laerte ficou gravemente ferido em um acidente, quando o veículo, no qual viajava como passageiro, capotou seis vezes na BR-070. O motorista era o cantor Leonardo.[3] Em 14 de junho de 2016, apoiou o Deputado Eduardo Cunha votando contra a sua cassação no comitê de ética da Câmara dos Deputados.[4]

Bessa responde processo no Supremo Tribunal Federal por calúnia. O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), apresentou queixa-crime contra o deputado, acusando-o de praticar os crimes de calúnia e injúria ao xingá-lo de “mentiroso”, “frouxo”, “vagabundo”, “maconheiro”, “pilantra” e “safado”, no plenário da Câmara dos Deputados, na assembleia do Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal e nos corredores do Palácio do Buriti. O inquérito está com o ministro Edson Fachin.



Rogério Rosso (PSD)


Nota: É advogado, músico (usa o nome artístico de R. Schumann) e tem especialização em Marketing. Rosso é genro de Roberto Curi, dono da rede Curinga dos Pneus e de um dos empresários mais ricos de Brasília. Na prestação de contas à Justiça Eleitoral, Rosso declarou ter arrecadado R$ 1,4 milhão, dos quais R$ 1,2 milhão tiveram como origem as empresas de Roberto Curi.[2]

Durante o governo de José Roberto Arruda, foi presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a mesma empresa que Durval Barbosa também presidiu e que está fortemente associada ao esquema do Mensalão do DEM, deflagrado na Operação Caixa de Pandora.[3]

Em 17 de abril de 2010, foi eleito, com 13 votos, governador do Distrito Federal em turno único na eleição indireta promovida pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. Foi empossado para o governo provisório em 19 de abril, juntamente com a vice-governadora, Ivelise Longhi.[5]

Rosso e Ivelise foram votados por todos os deputados citados no escândalo da Operação Caixa de Pandora

No dia 14 de julho de 2016, por ocasião da renúncia do deputado Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados, o deputado federal ficou em segundo lugar nos dois turnos, totalizando 170 votos no segundo. Sendo vencido nos dois turnos do pleito por Rodrigo Maia (DEM/RJ).[8]

Na madrugada de 24 de novembro de 2016, participou da reunião parlamentar que alinhou colocar em pauta a emenda para anistiar congressistas que participaram de ações de corrupção.[9].

Foi presidente da comissão especial do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, na Câmara dos Deputados.[10]



Ronaldo Fonseca (PROS)

Nota: Pastor evangélico, entre as bancadas que integra está a Bancada Evangélica, a Bancada antiabortista e a Bancada em defesa da exploração do petróleo por empresas privadas. Também defende a redução da maioridade penal. Envolvido no Mensalão do DEM, é acusado de receber R$ 600 mil para apoiar o então candidato a governador José Roberto Arruda (que estava preso e foi solto no final de maio deste ano) 


Roney Nemer (PP)

Nota: Entre as bancadas que faz parte, Nemer integra a evangélica,  a ruralista, a antiabortista e a da defesa da exploração do petróleo por empresas privadas. Em 19 de novembro de 2014, Rôney Nemer foi condenado por unanimidade pela 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) por improbidade administrativa por envolvimento no chamado Mensalão do DEM, esquema criminoso de pagamento de propina a autoridades políticas do DF entre 2006 e 2009.[4]


Com informações do Wikipedia, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e do Estadão (SP)


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