quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil [7] #Ceará


Adail Carneiro (PP)

Nota: Por estar em licença médica, não votou ontem.

Em abril de 2016, foi exonerado da assessoria especial do governo pelo governador do Ceará Camilo Santana (PT) uma semana antes da votação do impeachment de Dilma na Câmara, com a missão de votar contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Entretanto surpreendeu o governador e a presidente ao votar a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[4]


Aníbal Gomes (PMDB)

Nota: É dentista e agropecuarista no Ceará, tem concessão de rádio e é de família de políticos, tanto do lado materno como paterno; é irmão do deputado estadual Manuel Duca (eleito pelo PRB-CE, hoje do PROS) e marido da ex-vice-prefeita de Acaraú (CE) Rossana Borborema.

Em 6 de dezembro de 2016 virou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, após o STF aceitar a denúncia do Ministério Público Federal.[3][4] O ministro do STF, Teori Zavascki, autorizou a abertura de investigação contra o deputado em 6 de março de 2015, tirando o sigilo do pedido de abertura de inquérito.[5] Em 15 de dezembro de 2015, a Polícia Federal, em uma nova fase da Operação Lava Jato, batizada de Operação Catilinárias, fez buscas na casa de Aníbal.[6]

Foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pelo crime de falsificação de documentos para fins eleitorais em sua campanha de 2014.[7]

Em 16 de junho de 2016, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, denunciou o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. “Segundo a denúncia, constatou-se a atuação do deputado Federal Aníbal Gomes com promessa de pagamento indevido no valor de R$ 800 mil ao então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, para permitir e facilitar a celebração de acordo entre a Petrobras e empresas de praticagem atuantes na Zona de Portuária 16”, diz a nota publicada pela PGR.[8][9]

Aníbal foi citado como um dos responsáveis pelo assassinato do próprio primo, João Jaime Ferreira Gomes, então prefeito de Acaraú, no interior do Ceará, em 1998. O parlamentar teve seu nome envolvido com problemas a partir do fim da sua gestão como prefeito.[10]

Naquela época, em, 1992, o médico e líder político de Acaraú, João Jaime do PSDB, gravou uma mensagem em fita cassete denunciando três primos por desvios de recursos. Eram eles: Aníbal Gomes e seus dois irmãos Amadeu Gomes e Manoel Duca, conhecido por Duquinha. Na gravação, João afirmava o seguinte:[10]

“ Se acontecer algo comigo de violência sejam responsabilizados os meus primos que eu nem os considero mais, o Aníbal, o Duquinha e Amadeuzinho. São esses três. Se algo acontecer, não é só comigo, mas com vocês, eles serão os responsabilizados. Peguem essa gravação e levem para autoridades confiáveis ”.



Danilo Forte (PSB)

Nota: Começou politicamente no movimento estudantil e lutou contra a ditadura. Também presidiu a Fundação Nacional de Saúde durante o Governo Lula. Danilo Forte foi presidente da Funasa entre os anos de 2007 e 2010. Nesse período foi um dos responsáveis pelas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na área de saneamento básico. Atuação que é alvo de denúncias. As acusações contra Danilo Forte vão desde o desvio de verba até o uso político de recursos da instituição. As irregularidades teriam começado bem antes e incluiriam a gestão do também cearense Paulo Lustosa.

Em novembro do ano passado, os jornais publicaram que ” A Polícia Federal está investigando Danilo Fortes, acusado de usar a Funasa com interesses políticos. Há quatro anos, a fundação assinou convênio de quase R$ 2,5 mi com o município de Brejo Santo para as obras de banheiros e redes de esgoto. As obras estão ainda pela metade, embora tenham sido apresentadas como concluídas. O inquérito apresenta, ainda, evidências de superfaturamento, fraudes em licitações e desvio de recursos.”



Domingos Neto (PSD)

Nota: filho do ex-vice-governador e atualmente Conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará Domingos Gomes de Aguiar Filho e da ex-prefeita de Tauá, Patrícia Pequeno Costa Gomes de Aguiar. Estudou nos melhores colégios do Brasil e do Exterior. Costuma brigar com adversários políticos pelas redes sociais. Fez parte da tropa de choque de apoio ao ex deputado Eduardo Cunha. Também responde a acusações de troca de voto.


Genecias Noronha (SD)

Nota: Filiado ao PMDB entre 1995 e 2013, Genecias foi eleito vice-prefeito de Parambu nas eleições municipais de 2000 e eleito prefeito nas eleições de 2004 e 2008, porém renunciou ao mandato em 2010 para disputar as eleições estaduais daquele ano[1][2]

Em 2014, sua declaração de bens era superior a 8,7 milhões de reais[4]. Entre 2016 e 2017 foi líder do Solidariedade na Câmara de Deputados e votou a favor da abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Em 2016, o Tribunal de Justiça do Ceará modificou decisão de primeiro grau e condenou o deputado Genecias Noronha à suspensão dos direitos políticos por até 03 anos e ao pagamento de multa em razão de suposta improbidade administrativa na contratação de 2,6 mil servidores sem concurso público quando foi prefeito de Parambu, mas Genecias está recorrendo da decisão[5].


Gorete Pereira (PR)

Fisioterapeuta com Mestrado em Educação, Gorete começou na vida pública como sindicalista. Em 1990 foi eleita presidente da Associação Beneficente Cearense de Reabilitação e prestou serviços junto à Secretaria Municipal de Saúde na capital cearense e na Secretaria de Estadual de Saúde, além de integrar o Conselho Estadual de Saúde.[1] Gorete foi uma das mulheres que votaram pela proibição do aborto em caso de estupro.




Macedo (PP)

Nota: Além de político é empresário e executivo. Veja a seguir acusações que pesam sobre o deputado:

TRF-5 - Seção Judiciária do Ceará - Ação civil pública nº 0000266-74.2008.4.05.8101 - Foi autuado pelo Ministério Público Federal por crimes contra o meio ambiente por construção de imóvel em área de preservação permanente. Em conciliação, aceitou pagar indenização ao fundo de preservação ambiental local em 20% do valor venal do imóvel, bem como ressarcir o MPF por perícias realizadas e realizar a recuperação da área degradada.

TRF-5 - Seção Judiciária do Ceará - Ação civil pública nº 0006293-66.2014.4.05.8100 - É alvo de ação civil pública por dano ambiental. 

STF - Ação penal nº 980/2016 - É réu em ação penal referente a crimes contra a flora e o meio ambiente por ter construído imóvel residencial em área de preservação permanente no Ceará. 



Moses Rodrigues (PMDB)

Nota: Administrador e professor, Rodrigues fez carreira em administração de faculdades privadas e está em seu primeiro mandato. No Ceará se notabilizou por fazer parte da tropa de choque do ex deputado Eduardo Cunha. Moses foi selecionado pela Embaixada Norte Americana como um dos líderes políticos promissores no Brasil[4] para participar do seminário “Young Political Leaders” (Jovens Líderes Políticos), que aconteceu nos Estados Unidos em fevereiro de 2016.




Paulo Henrique Lustosa (PP)

Nota: filho do ex-ministro e ex-deputado federal Paulo Lustosa.Sua dissertação de Mestrado, pela Universidade de Brasília recebeu o título "Cidadania Induzida: Uma Crítica aos Programas Governamentais de Indução do Desenvolvimento Local".

O relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, autorizou a abertura de inquérito para investigar fatos relacionados ao deputado federal Paulo Henrique Lustosa da Costa (PP-CE), decorrentes de declarações prestadas pelos colaboradores Cláudio Melo Filho e José de Carvalho Filho.



Raimundo Gomes de Matos (PSDB)

Nota: Esteve ausente nas votações de ontem. É médico e foi prefeito da cidade de Maranguape. Começou sua carreira política na Arena, partido de sustentação do Regime Militar. 

Matos é citado em delação premiada de Ricardo Saud, ex-diretor da JBS, como beneficiário de um repasse não declarado de R$ 100 mil para o parlamentar nas eleições de 2014. Segundo Ricardo Saud, o deputado federal cearense fazia parte de um grupo de congressistas que recebia repasses não declarados pelo que o grupo chamava de “reservatório de boa vontade”.



Vaidon Oliveira (DEM)

Nota: É comerciante e assumiu mandato em janeiro, com a ida de Moroni Torgan para a vice-prefeitura de Fortaleza. Apoiou a PEC 395/2014, que Estabelece que universidades públicas podem cobrar mensalidades para cursos de extensão, pós-graduação latu sensu e mestrados profissionais. Votou a favor das reformas trabalhista e da previdência

Com informações do Wikipedia, dos jornais cearenses 
O Povo e Diário do Nordeste, e do Portal Políticos.Org

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