quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil [3] #Alagoas


Artur Lira (PP)

Notas: É um dos deputados citados na chamada Operação Lava Jato. É ilho do senador Benedito de Lira.

Em 16 de Dezembro de 2011, o juiz Helestron Costa, da 17ª Vara da Fazenda Pública de Maceió, determinou o afastamento do cargo públicos de Arthur Lira, na época Deputado Estadual,além de outros políticos por conta da Operação Taturana. Em 2008 Lira já havia sido preso por obstrução da justiça. Ele estava afastado de suas funções na Assembleia Legislativa desde 17 de março pelo envolvimento no Caso das Taturanas, acusado de participar de um esquema de fraude que desviou R$ 280 milhões do legislativo, além de ter tido seus bens bloqueados. 

Em 2016, o jornalista Chico de Gois, do jornal O Globo, lançou um livro chamado Os Ben$ que os Políticos Fazem, que atinge diretamente Arthur Lira e seu pai Benedito de Lira. O livro traz 10 casos de políticos brasileiros que enriqueceram durante o exercício do mandato. Entre eles, levanta o enriquecimento de três filhos de políticos que, apesar de jovens, têm uma fortuna maior do que a de seus pais, que estão há anos na política. 

Enquanto encontrava-se afastado do cargo de deputado estadual por seu envolvimento no Caso das Taturanas, Arthur Lira foi preso em Maceió no dia 1 de abril de 2008 por equipes da Polícia Civil, com o apoio da Força Nacional de Segurança, acusado de desobedecer a uma ordem judicial relacionada ao processo que respondia por ter infringido a Lei Maria da Penha, acusado por lesão corporal contra a ex-mulher. De acordo com informações do processo, Arthur foi à casa de Jullyene Lins e a agrediu fisicamente, com chutes e tapas durante 40 minutos. Os fatos ocorreram em 2006, sete meses após o fim do relacionamento, e foram presenciados pela babá de um dos filhos da vítima.[13]

Em 4 de setembro de 2015, O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncias ao Supremo Tribunal Federal contra o deputado federal Arthur Lira e seu pai, senador Benedito de Lira, por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. Nas denúncias, Janot pede a condenação dos dois pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.




Cícero Almeida (PMDB)

Notas: Em sua vida pública também é cantor e radialista, conhecido popularmente como "Ciço".

É um dos condenados no chamado Escândalo das Taturanas. Também foi condenado por irregularidades no contrato do Carnavalde 2008 em Maceió e é réu no Supremo Tribunal Federal por envolvimento na Máfia do Lixo de Maceió. Todas estes casos dizem respeito aos seus dois mandatos como prefeito da capital alagoana, entre 2005 e 2012.

Almeida foi condenado por improbidade administrativa devido a irregularidade constatada no convênio celebrado para realização do Carnaval de 2008 em Maceió. A Justiça determinou perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por 5 anos e proibição de contratar com o poder público. No entanto ele recorreu da sentença.

O deputado é alvo de processo também no Tribunal Superior Eleitoral por infidelidade partidária, por ter trocado o PRTB pelo PSD fora da janela permitida pela legislação eleitoral. As oitivas aconteceram no dia 28 de março de 2016, em Brasília, e foram ouvidos o presidente nacional do PRTB Levy Fidélix, o presidente estadual Adeilson Bezerra e o próprio Cícero Almeida.




Marx Beltrão (PMDB)

Nota: É o atual Ministro do Turismo do Governo Temer. Foi exonerado para votar favoravelmente ao Presidente.

Foi inocentado pelo STF na Ação Penal 931, na qual era acusado de falsidade ideológica por prestar informações erradas ao Fundo de Previdência de Coruripe. Ao longo de todo processo, ao ser questionado, Marx Beltrão alegou que a ação trata de um equívoco administrativo que foi corrigido à época sem qualquer prejuízo ao erário como confirmam os autos do processo. De acordo com o processo, Marx Beltrão teria assinado documentos encaminhados pela PREVICORURIPE declarando ao Ministério da Previdência Social ter quitado todas as obrigações previdenciárias do município. 

À época da elaboração e apresentação dos Comprovantes do Repasse e Recolhimento ao Regime Próprio, no entanto, o município não havia feito o repasse integral dos valores. Ao detectar que R$ 626 mil em contribuições devidas, entre dezembro de 2010 e dezembro de 2011, não haviam sido pagas, o então prefeito determinou a quitação da dívida, como mostram comprovantes de depósitos que integram o inquérito policial. Em 2017, o próprio Ministério Público recomendou o arquivamento do processo. [12]


Maurício Lessa (PR)



Nota: É o atual Ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil do Governo Temer. Foi exonerado para votar favoravelmente ao Presidente.

É um dos citados na chamada Operação Gabiru, tendo sido condenado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito em um esquema de desvio de recursos da merenda escolar cometidos quando era Secretário Estadual de Educação de Alagoas.

Foi responsabilizado também por desvios de recursos federais para contas do governo do Estado. A Justiça determinou o ressarcimento integral, por parte de Quintella, da quantia de R$ 4.272.021 aos cofres públicos, o pagamento de multa e à suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito anos. O deputado recorreu da sentença.[4]

Maurício Quintella Lessa é alvo do Inquérito nº 2893/2009, no Supremo Tribunal Federal, que apura o crime de peculato. O processo corre em segredo de justiça.[7]

Em 12 de Maio de 2016 Quintella Lessa foi empossado pelo presidente interino Michel Temer para o cargo de Ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil.[1] O novo ministério é uma junção do Ministério dos Transportes com a Secretaria de Aviação Civil e a Secretaria de Portos, que também tinham status de Ministério. Quintella havia sido um dos defensores do Impeachment de Dilma Rousseff na Câmara, mesmo ainda mantendo indicados em cargos do Governo Federal em Alagoas, e inclusive contrariou a decisão de seu partido que havia fechado questão em torno da defesa da presidente afastada. O cargo seria uma recompensa ao novo Ministro.[8]


Pedro Vilela (PSDB)

Nota: Esteve ausente da votação na Câmara dos Deputados.

Herdeiro de uma das principais dinastias políticas brasileiras, é neto do ex-senador Teotônio Vilela, apelidado de "O Menestrel das Alagoas", e sobrinho do ex-governador Teotônio Vilela Filho. É atualmente presidente[1] do PSDB em Alagoas


Informações Wikipedia


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