segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [15] #Paraíba


Aguinaldo Ribeiro (PP)

Nota: No segundo mandato de deputado federal, é o líder do governo na Câmara Federal. Já foi deputado estadual e ministro de estado. Natural de Campina Grande, Ribeiro é engenheiro de formação. A PGR diz que deputado federal Aguinaldo Ribeiro controlava distribuição de propina. A Procuradoria Geral da República calculou em R$ 357.945.680,52 milhões o total de propina recebida pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Operação Lava Jato, e pelo Partido Progressista (PP) a partir de desvios de recursos na área de Abastecimento da estatal. A procuradoria também narra que a partir de 2011, o comando do PP passou para outros parlamentares, inclusive Ribeiro.


André Amaral (PMDB)


Nota: Nascido em João Pessoa, Amaral tem 26 anos e é estudante de Direito. Recentemente passou por uma polêmica com a atriz Cléo Pires, que fez-lhe acusações mas depois se desculpou com o deputado. Outra polêmica foi de que ele não teria qualquer filiação partidária (mas como assim??? O TRE da Paraíba fez seu registro eleitoral e tudo...), mas que, de acordo com a denúncia, entrara na política apenas para ajudar o ex-deputado Eduardo Cunha, de quem se mostrava fã, no ano passado. 



Benjamin Maranhão (SD)

Nota: O cirurgião-dentista está no quarto mandato de deputado federal. Antes da Câmara foi prefeito da cidade de Araruna. Teve seu nome envolvido no Escândalo dos Sanguessugas, acusado de receber 40 mil reais para direcionar emendas que favorecessem a quadrilha.[3] Outra polêmica foi que a Câmara Federal admitiu que ressarciu de maneira indevida Benjamin Maranhão por almoço em restaurante de Brasília e cobrou a devolução do dinheiro. Falha deixa cotão em xeque, diz ativista. A refeição custou em torno de R$ 1500,00



Efraim Filho (DEM)

Nota: Filho do ex-senador paraibano Efraim Morais, o parlamentar é advogado com especialização em Direito do consumidor. Os avôs do deputado também foram políticos: Os ex-deputados estaduais João Feitosa e Inácio Bento de Morais. Está no terceiro mandato de deputado federal. Responde acusação por violação da Lei de Licitações.



Hugo Motta (PMDB)

Nota: Médico, está no segundo mandato de deputado federal e vem de uma família de políticos. Motta ficou nacionalmente conhecido quando foi nomeado pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para presidir a CPI da Petrobras. Ganhou o cargo por ser amigo de Cunha, que sonhava com proteção. No ano passado, seus parentes (avó, mãe, padrasto, etc.) viveram uma época de apuros, entre prisões e acusações de corrupção.



Rômulo Gouveia (PSD)

Nota: Administrador, bacharel em Direito e Funcionário Público, Gouveia começou sua vida pública no final dos anos 80, quando candidatou-se pela primeira vez a vereador de Campina Grande. Hoje está no segundo mandato de deputado federal. Em 2008, o parlamentar foi acusado de compra de votos mediante distribuição de óculos populares. Uma outra acusação foi a contratação de uma agência de Publicidade sem licitação, quando ele presidia a Assembleia Legislativa Paraibana.





Wilson Filho (PTB)

Nota: Esteve ausente da votação pelo arquivamento de denúncia contra Michel Temer. É filho do ex-deputado Wilson Santiago. O parlamentar e seu pai tiveram nomes envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro. Apesar de jovem, ele já faz parte do seleto grupo de milionários da Câmara dos Deputados



Com informações de Vale News (PB), Jornal da Paraíba, Justiça em Foco, Patos TV (PB), Congresso em Foco, Blog do Gordinho e Wikipedia.


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