domingo, 6 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [13] #MatoGrossoDoSul


Carlos Marun (PMDB)

Nota: Está em seu primeiro mandato como deputado federal. Já foi deputado estadual e vereador da capital, Campo Grande. Conhecido principalmente pela sua fidelidade ao ex deputado Eduardo Cunha. Apesar de ter feito carreira política no Mato Grosso do Sul, Marun é gaúcho, de Porto Alegre.

Foi considerado, ao longo do mandato de Eduardo Cunha como presidente da Câmara dos Deputados, o principal aliado e defensor de Eduardo Cunha,[1][2][3][4] membro de sua "tropa de choque",[5][6][7] e foi o principal artífice das manobras que protelaram a cassação do deputado afastado, réu por suspeita de corrupção e envolvimento na Operação Lava Jato.[6][5][3][7][4][8]

O deputado usufruiu de dinheiro público para viajar para Curitiba no intuito de visitar ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana da capital do estado do Paraná, no dia 30 de dezembro de 2016. Segundo ele, a viagem não teve cunho político mas se tratava de "uma visita natalina de caráter solidário" e que iria arcar com os 1.242,62 reais gastos em hospedagem e passagens aéreas pelos quais solicitou ressarcimento. 

Parte dos ressarcimentos consta nas prestações de contas da cota de atividade parlamentar de Carlos Marun. Da de dezembro de 2016, está registrado um reembolso de 327,58 reais por uma passagem de Curitiba para Porto Alegre emitida no dia 29 de dezembro de 2016 pela companhia Azul. Da de janeiro de 2017, 154,35 reais por hospedagem no Hotel Rochelle, em Curitiba, nos dias 29 e 30 de dezembro. Ele disse que não solicitou ressarcimento dos gastos com transporte e alimentação realizados durante a viagem.[11]




Elizeu Dionízio (PSDB)


Nota: Natural da cidade de Santa Tereza no Espírito Santo, Elizeu Dionizio Souza da Silva​ nasceu em 1982 é formado em Direito, e atua na área de assessoria jurídica comunitária. É presbítero da Igreja Assembleia de Deus Missões, onde desenvolve trabalhos na área social. Começou na vida política como assessor parlamentar e sua primeira candidatura a um cargo eletivo foi em 2010, quando foi eleito Vereador de Campo Grande.

Dionízio é acusado de criminalizar movimentos sociais, como o ato político ocorrido no dia 28 de março no Aeroporto Internacional de Campo Grande, quando o parlamentar foi “recepcionado” por um grupo de manifestantes de centrais sindicais, que cobravam dele uma posição contra às reformas trabalhista e previdenciária.

O parlamentar também é investigado na Operação Coffee Break. O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Paulo Passos, pediu abertura de procedimento investigatório complementar da operação Coffee Break contra vários políticos do Mato Grosso do Sul, incluindo a vice-governadora Rose Modesto, também tucana. A operação apura suposto esquema de corrupção na cassação de Alcides Bernal, então prefeito de Campo Grande. 



Geraldo Resende (PSDB)

Nota: Nascido em Minas Gerais, Resende é médico especializado em Ginecologia e Obstetrícia. Foi vereador, deputado estadual e prefeito da cidade de Dourados (MS). Resende foi acusado de pagar com verba indenizatória advogado que atuou em sua defesa no TSE quando o PPS o acusou de infidelidade partidária. O parlamentar também protagonizou uma briga nas redes sociais, sendo chamado de "oportunidta".

Segundo a revista Época, o deputado federal Geraldo Resende (PSDB), foi um dos deputados “comprados” por Eduardo Cunha para chegar ao comando do parlamento em 2015. Em 2016, durante as eleições municipais, chegou a ser acusado de não pagar dívidas a uma gráfica. 

Durante essa mesma campanha, era figurinha carimbada nos corredores e nas salas de direção do Hospital Evangélico de Dourados, mas com a derrota, foi acusado de omissão e de não dar mais as caras no hospital, cuja diretoria apoiou-o abertamente.


Tereza Cristina (PSB)

Nota: Agrônoma e empresária, ela é líder do PSB na Câmara e está no seu primeiro mandato. Entre 2007 e 2014 ela foi secretária do Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo no Mato Grosso do Sul durante o governo de André Pucinelli. Por ter votado a favor do arquivamento da denúncia contra Temer, o PSB estuda destituí-la da liderança do partido na Câmara Federal.

A parlamentar é acusada de receber R$ 300 mil de banqueiro envolvido na Operação Lava Jato. Segundo a prestação de contas apresentada pela direção de campanha da deputada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a empresa que era controlada por André Esteves doou R$ 300 mil em 6 de agosto de 2014. Tereza figura entre os candidatos que mais arrecadaram doações, somando quase R$ 4,3 milhões em receitas.


Com informações da Wikipedia, Eleições 2016.com.br, Portal UOL, Campo Grande News (MS), Blog O Jacaré (MS), Site Oficial do TSE, Correio do Estado(MS), Folha de Dourados (MS), Portal G1 e Top Mídia News (MS)

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