sábado, 5 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil [12] #MatoGrosso


Adilton Sachetti (PSB)

Nota: Está no primeiro mandato de deputado federal e foi prefeito de Rondonópolis-MT. Antes da política, presidiu o Sindicato Rural de Rondonópolis e a Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão. É o fundador da Associação Brasileiras de Produtores de Algodão e da Fundação MT.[2]

Adilton Sachetti responde a três ações por desvio de verbas públicas que tramitam junto ao TJ de Mato Grosso. Ele é acusado de fraudar convênios e licitações na Prefeitura de Rondonópolis.

Em 2010, durante sua passagem na presidência da AGECOPA (Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal), Sachetti respondeu por estelionato, execução de títulos, ação civil pública, ação popular, reclamação trabalhista e dano moral, totalizando 53 ações judiciais.


Carlos Bezerra (PMDB)

Nota: Iniciou sua campanha no Movimento Estudantil e fez parte do MDB, partido que combatia politicamente a ditadura militar, estando no partido (hoje PMDB) até hoje. Bezerra é acusado de usar dinheiro público com gráfica de fachada, causando prejuízo de R$ 392 mil aos cofres públicos. De acordo com a denúncia, em três anos, Bezerra utilizou R$ 392 mil da Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP) – antiga verba indenizatória, com a Gráfica e Papelaria BSB. Em 2004, foi acusado de fraudar o INSS, desviando mais de R$ 100 milhões do órgão.



Ezequiel Fonseca (PP)

Nota: Professor de Matemática, Fonseca , Fonseca foi secretário adjunto de educação de Mato Grosso na gestão de Blairo Maggi. Pesa contra ele algumas acusações:

STF - Ação penal nº 941/2015 - É réu em ação penal por crimes contra a Lei de Licitações.TRF-1 - Ação civil pública nº 0001691-33.2009.4.01.3601 - É alvo de ação civil de improbidade administrativa por envolvimento com a Máfia das Ambulâncias, descoberta pela Operação Sanguessuga da PF. A União alega fraude em procedimento licitatório realizado em 2004 pelo município de Reserva do Cabaçal, do qual o parlamentar era prefeito à época. 

TJ-MT - Comarca de Araputanga – Ação civil pública nº 2008-04.2010.811.0038 
TJ-MT - Comarca de Araputanga – Ação civil pública nº 2023-70.2010.811.0038.


Fábio Garcia (PSB)


Nota: Engenheiro com experiência em várias empresas no Brasil e no Exterior, Garcia está no seu primeiro mandato como deputado federal. Foi presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT) e do Sindicato de Energia do Estado de Mato Grosso. Garcia responde a uma investigação no Ministério Público Federal (MPF) por, supostamente, não ter feito pagamentos a cabos eleitorais que atuaram em sua campanha de 2014.

Ele disputou seu primeiro cargo eletivo e foi o terceiro mais votado, com 104.976 mil votos conquistados. Massificou seu nome nas principais vias da Capital, com diversos cabos eleitorais que empunhavam bandeiras, distribuíam santinhos, adesivos e se vestiam de bonecos que representavam o atual prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), principal aliado do parlamentar.

Garcia também responde por fazer campanha eleitoral fora da época (ainda em 2013) estabelecida pela Justiça Eleitoral quando ainda era pré-candidato a deputado federal pelo PSB.Garcia é acusado de utilizar um informe publicitário, nas páginas da revista Veja, numa edição do mês de abril, para supostamente se autopromover.


Nilson Leitão (PSDB)

Nota: Está em seu segundo mandato e sua base política é o município de Sinop, cidade onde já foi prefeito e vereador. Nas eleições de 2014 foi o campeão de votos do estado. É o autor do projeto de lei que praticamente revoga a Lei Áurea ao propor que trabalhadores rurais trabalhassem por casa e comida, embora já tenha prometido rever o projeto.

Leitão é acusado de receber dinheiro público para pagar dívidas pessoais. De acordo com a acusação, parte da propina paga durante o funcionamento de um esquema de fraudes em licitações para obras e reformas de escolas públicas na Secretaria de Estado de Educação (Seduc) teria sido usada para quitar dívidas de campanha do deputado federal Nilson Leitão (PSDB), segundo delação feita pelo empresário Giovani Guizardi, também investigado no esquema.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, encaminhou para julgamento da segunda turma do órgão superior, a ação penal contra o deputado federal Nilson Leitão (PSDB). O tucano é acusado, em denúncia do Ministério Público Federal, de suposta corrupção em Sinop, quando prefeito do município..



Professor Vitório Galli (PSC)

Nota: Professor Mestre em Teologia e Pastor Evangélico, Galli está no segundo mandato e entre suas principais bandeiras é a criminalização do aborto, pois, para ele: "Quem joga fora um bebê, não tem Deus na vida". É autor de um projeto de lei que prevê a possibilidade de líderes religiosos questionarem e criticarem a homossexualidade sem estarem sujeitos a penalidades por homofobia.

Também fez duras críticas ao personagem Mickey Mouse, alegando que o desenho de Walt Disney é uma chamada à homossexualidade e foi processado pela Defensoria Pública de Chapada dos Guimarães por homofobia. “É exagero! Eu tenho direito! Eu tenho direito de dar minha opinião! Eles têm direito de dar o que eles quiserem dar e eu não tenho direito de dar minha opinião?" Questionou Galli se referindo aos homossexuais. Esta semana, Galli apresentou um projeto que prevê pena de até dois anos para quem "desrespeitar" a religião "cristã"

Seu partido, o PSC, teve as contas rejeitadas por unanimidade pelo TRE do Mato Grosso. Um dos principais representantes do partido, Galli também é o presidente da sigla no Estado. 




Rogério Silva (PMDB)

Nota: O advogado Rogério Silva Santos (PMDB), assumiu em julho a vaga do deputado Valtenir Pereira (PSB), na Câmara Federal, por um período de quatro meses. Eleito na terceira suplência pelo PROS, foi convidado a migrar para o PMDB. Está licenciado da Câmara Municipal de Tangará da Serra, sua cidade natal. 

O titular do mandato, Valtenir Pereira (PSB) negou que a licença de 120 dias da Câmara dos Deputados seja para não votar o pedido de abertura de processo penal contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB). Valtenir, que até algumas semanas atrás era do partido de Temer, mudou para a sigla de oposição e promete fidelidade ao encaminhamento da sigla socialista. Com a desistência de dois suplentes, assumiu Rogério Silva, governista.

Com informações de Wikipedia, Mídia News (MT), Isso é Notícia (MT), Folha SP, Repórter MT, Portal G1, VC Notícias, Hipernotícias, Olhar Direto (MT) , Mato Grosso Mais e Circuito MT






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