sábado, 5 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil [11] #Maranhão


Aluísio Mendes (PTN)

Nota: Começou sua vida pública como assessor direto do então presidente José Sarney em 1985. Também foi secretário de segurança no governo de Roseana Sarney (2010-2014).

O jornal O Globo informou nesta segunda-feira (1°/mai) que o deputado federal Aluísio Mendes (PTN-MA) esteve este final de semana na cidade de Viana e incitou o conflito que ocorreu na cidade este feriado. Ele também deu entrevista a rádios locais contra os índios.

Mendes também é acusado de vazarem informações sigilosas de dentro da PF para favorecer alguém. Mendes foi para proteger o amigo e empresário Fernando Sarney, durante operação Boi Barrica, onde ele também é acusado de estar envolvido.


André Fufuca (PP)

Nota: Médico, filho do prefeito da cidade de Alto Alegre do Pindaré - MA, o ex-deputado estadual Fufuca Dantas. É o segundo vice-presidente da Câmara e o deputado federal mais jovem da legislatura atual. Votou pela permanência de Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados.

Pouco após assumir seu primeiro mandato de deputado federal, no início de 2015, Fufuca fez parte da comissão enviada por Cunha ao hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em março, para atestar o real estado de saúde do então ministro da Educação, Cid Gomes, outro desafeto do ex-presidente da Câmara. Graças a esse papel, Fufuca ganhou a relatoria da CPI das Órteses e Próteses.

Quando o processo contra Cunha se arrastava no Conselho de Ética, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) criticou sua escolha para o órgão, afirmando que Fufuca costumava usar um termo carinhoso para se referir a Cunha: “papi”. Fufuca reagiu irritado. Chamou o colega de canalha e foi categórico: “pápi” é um termo afeminado e incomum em seu estado, o Maranhão. Fufuca também é acusado de captação ilícita de votos, além de usar generosamente sua verba de gabinete.


Cleber Verde (PRB)

Nota: Professor, escritor, advogado e irmão do deputado estadual Júnior Verde e antes da Câmara Federal, foi vereador de São Luís - MA. Substituiu João Campos (GO) na CCJ quando a comissão estava votando pelo arquivamento das  denúncias contra Michel Temer. Está em seu segundo mandato

O parlamentar é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) por suposta inserção de dados falsos no sistema de informações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que permitiram a aposentadoria de um contribuinte do INSS. O fato teria ocorrido quando Verde era gerente regional substituto do INSS no Maranhão.


Hildo Rocha (PMDB)

Nota: Começou sua carreira política em 1974 na Arena, partido de sustentação política à Ditadura Militar. O Ministério Público Federal (MPF) de acusa o deputado federal Hildo Rocha de praticar gravíssimos atos de corrupção quando de sua gestão como prefeito de Cantanhede e pede a sua condenação por atos de improbidade. Também é acusado de ter incluído na folha de pagamento quem não foi aprovado por concurso público ou nomeado para cargo em comissão. Rocha também teria assinado 472 convênios em 2013, dos quais 349 foram assinados em dezembro de 2013, se comprometendo a repassar aos municípios o valor de R$ 323,9 milhões entre 2013 até julho de 2014. Mas o calote já era anunciado.


João Marcelo Souza (PMDB)

Nota: Filho do ex-governador João Alberto de Souza, foi contra o impeachment de Dilma Rousseff, é psicólogo de formação e está em seu primeiro mandato como deputado federal. Começou sua carreira política em 1990, como secretário estadual de juventude, quando seu pai era governador.


José Reinaldo Tavares (DEM)

Nota: Foi ministro dos Transportes no Governo José Sarney e governador do Maranhão entre os anos de 2002 a 2006. Entrou na vida pública em 1980, pelo PDS (partido que até o ano anterior era a Arena, de sustentação política à Ditadura Militar). Engenheiro de formação, foi responsável por várias obras viárias e presidiu órgãos públicos como a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs)

Em 2007, Tavares foi preso pela Polícia Federal, acusado de participação em licitações irregulares no caso das "Estradas fantasmas" durante seu mandato de governador. As investigações da PF, que começaram em novembro de 2006, apontam o desvio de recursos dos ministérios de Minas e Energia, da Integração Nacional, das Cidades e do Planejamento. O esquema fraudava ainda licitações do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit). Ainda nesse ano, o Tribunal de Justiça do Maranhão o condenou a devolver cerca de R$ 600 mil, referentes à aposentadoria relacionada ao exercício do governo estadual.

Em 2014, O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o processamento de uma ação de improbidade administrativa contra o ex-governador, que acabara de ser eleito deputado federal. Na ação, o Ministério Público do Maranhão ajuizou ação civil pública por ato de improbidade contra Tavares por ele ter supostamente reformado e decorado residência com gasto desproporcional à sua renda, sem que houvesse comprovação da origem dos recursos.



Junior Marreca (PEN)

Nota: Está no seu primeiro mandato como deputado federal e já foi prefeito de Itapecuru Mirim - MA. Embora tenha votado contra o Impeachment de Dilma, Marreca se absteve na votação que cassou Eduardo Cunha. Apesar de ter feito carreira política no Maranhão, ele nasceu na cidade de Salgueiro, no sertão de Pernambuco.

De acordo com o Ministério Público do Maranhão, Marreca desviou recursos da ordem de R$ 150 mil, oriundos de um convênio firmado com o Governo do Maranhão, por intermédio da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer, para a construção de uma quadra poliesportiva, no bairro das Malvinas sendo réu em ação penal por emprego irregular de verbas ou rendas públicas.



Juscelino Filho (DEM)

Nota: É médico e filho do ex-deputado estadual, Juscelino Rezende e sobrinho da prefeita de Santa Inês (MA) Vianey Bringel. Está em seu primeiro mandato e já passou por outros quatro partidos antes de integrar o Democratas. De acordo com o Blog do Neto Pereira, R$ 9.5 milhões podem ter sido desviados do governo para eleger deputado Juscelino Filho.

 
Pedro Fernandes (PTB)

Nota: Entre os partidos que integrou está a Arena, braço político da ditadura militar (1964-1985). Responde processo no Supremo Tribunal Federal por peculato e abuso de poder. Para abrigar o PTB no governo estadual do Maranhão, Fernandes indicou o filho, Pedro Lucas, para a Agência Executiva Metropolitana. Mesmo com o PTB no poder estadual, Pedro Fernandes aliado do Clã Sarney, principal adversário do governador Flávio Dino (PCdoB)



Sarney Filho (PV)

Nota: É filho do ex-presidente José Sarney  e atual ministro do meio ambiente do Governo Federal e voltou ao Congresso Nacional para votar pelo arquivamento da denúncia contra Temer. Foi o autor da frase: “Só Deus pode garantir que desmatamento diminua”, em visita recente à Noruega.

Em um dos róls das investigações da Operação Lava Jato (na qual ele não é investigado), em junho de 2016, o ex-senador Sérgio Machado, em termos de delação premiada, apontou que repassou ao ex-presidente, José Sarney, segundo ele, 2,25 milhões de reais por meio de doações eleitorais legais, incluindo 400 mil reais para o Partido Verde do Maranhão. 

Mesmo sem ser acusado por Sérgio Machado, alguns veículos da imprensa supõem que a suposta indicação para a doação legal ao Partido Verde do Maranhão seria para a campanha de deputado federal de Sarney Filho em 2010, quando o mesmo pertencia ao PV.[7]


Victor Mendes (PV)

Nota: Ligado ao Clã Sarney, Mendes passou por dois mandatos de deputado estadual antes de chegar à Câmara, onde está em seu primeiro mandato. Empresário e administrador do Sistema Pericumã de Comunicação. Uma polêmica de ordem "religiosa" assombra o parlamentar. Blogueiros locais noticiaram que o Babalorixá Pai Dudu vem cobrando ao deputado um pagamento de um "pacto" que nem Mendes, nem o sacerdote detalham que pacto é esse. Em nota, o parlamentar afirma que não conhece Pai Dudu e que blogueiros "acobertados pelo manto da liberdade de expressão, cedem espaço e repercussão a conteúdos cujo interesse é criar base para achaques e extorsão".

Com informações da Wikipedia, O Globo, Site do STF, Congresso em Foco, Jornal Pequeno (MA), Blog Luís Cardoso (MA), Blog Hilton Franco (MA), JusBrasil, Correio Braziliense (DF), Imirante.com (MA), Blog do Jorge Aragão (MA), Blog no Neto Ferreira (MA), Maranhão Hoje.com e Blog William Redondo (MA)




Nenhum comentário:

Postar um comentário