terça-feira, 22 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [30] #RioDeJaneiro Parte 2


Marco Antônio Cabral (PMDB)

Filho do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, que está preso, e da prima do senador Aécio Neves, Susana Neves [4], Marco Antônio está em seu primeiro mandato de deputado federal. Advogado por formação, Cabral já foi secretário de esportes e lazer do Estado do Rio. Foi acusado por Joesley Batista de receber propina em troca de benefícios fiscais. Também foi acusado de antecipar campanha política pelo Facebook. No carnaval deste ano, foi expulso de dois camarotes do Sambódromo, pois queria, além de entrar sem convite, levar dois amigos.


Marcos Soares (DEM)

Advogado e político, está em seu primeiro mandato como deputado federal.  É filho do Missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus e irmão do deputado estadual Felipe Soares. É acusado de beneficiar o próprio pai ao apresentar um projeto de lei que transforma a TVA (TV por assinatura pertencente ao pai missionário) em canal aberto de televisão. Também é acusado de abuso de poder econômico ao usar os templos da Igreja Internacional para fazer campanha política.


Paulo Feijó (PR)

Está em seu sexto mandato de deputado federal. É engenheiro de formação. Em maio, foi condenado a 12 anos de cadeia e perda do mandato pelo envolvimento na Máfia dos Sanguessugas. Em 2006, foi acusado de receber uma comissão de 10% sobre o valor de suas emendas parlamentares. Integra a Bancada Ruralista e foi favorável às reformas trabalhista e previdenciária.



Pedro Paulo (PMDB)

Está em seu segundo mandato como deputado federal. Foi secretário da Coordenação de Governo da cidade do Rio de Janeiro na gestão de Eduardo Paes. Responde a acusações de violência doméstica, Também é suspeito de receber R$ 3 milhões para campanha política. Também é acusado de descumprir ordem judicial após atropelar e matar pedestre no Rio.


Roberto Sales (PRB)

Está em seu primeiro mandato como deputado federal. Integra a bancada evangélica (seu partido é o braço político da Igreja Universal do Reino de Deus)  e votou a favor das reformas. Quase não assume seu mandato de deputado por conta da acusação de fazer campanha dentro de templos evangélicos.


Rodrigo Maia (DEM)

Preside a Câmara dos Deputados e por conta do regimento, não votou na sessão que arquivou o projeto contra Michel Temer. Mas é um dos aliados mais fiéis ao presidente. Filho do deputado estadual César Maia, está em seu quinto mandato como deputado federal e é o primeiro na linha sucessória da presidência da República. Arquiva todos os pedidos de impeachment que chega em suas mãos.

Rodrigo Maia não possui pendências com a Justiça, mas seu nome já apareceu em investigações da Operação Lava Jato. De acordo com uma reportagem da revista Época, ele trocou mensagens de celular com o empreiteiro Léo Pinheiro, do Grupo OAS, para tratar de doações eleitorais.[33][34]

Já no dia 8 de fevereiro de 2017, em reportagem veiculada no Jornal Nacional da Rede Globo, a Polícia Federal concluiu as investigações e demonstrou indícios de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O inquérito se iniciou através das mensagens de celular trocadas entre Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e o próprio deputado.

Em 15 março de 2017, documentos liberados pelo STF acusam Maia de ter pedido e recebido propina num valor de 600 mil reais, além de outros recursos ainda não contabilizados, da Odebrecht.[37] Após a homologação de diversas delações premiadas, a Procuradoria-Geral da República denunciou diversos políticos por envolvimento em corrupção, entre eles Rodrigo Maia.


Rosângela Gomes (PRB)

Ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, a advogada e parlamentar está em seu primeiro mandato como deputada federal. Apoiada pelo Bispo Edir Macedo, ela foi vereadora e deputada estadual antes de chegar à Câmara Federal. Chegou a se candidatar ao Senado em 2006. Responde judicialmente pela reprovação de contas do PRB de Nova Iguaçu, quando a parlamentar presidia a entidade política-partidária. 


Simão Sessim (PP)

Está em seu décimo mandato de deputado federal. Começou sua carreira política pela UDN e também integrou a Arena (Aliança Renovadora Nacional), partido de sustentação política ao Regime Militar (1964-1985). Primo de Farid Abrão David e do patrono da Beija-Flor de Nilópolis Anísio Abraão David. Seu filho Sérgio Sessim foi eleito prefeito de Nilópolis em 2008. É acusado de receber propina e de agradecer por ela. 


Soraya Santos (PMDB)

Está em seu primeiro mandato como deputada federal. É esposa do também político Alexandre Santos. É autora de um projeto de lei de "crimes virtuais contra a honra", que na prática, condena qualquer internauta que faça denúncias ou reclamações sobre os políticos, como essa nossa série aqui. Discursou num churrasco de apoio a Eduardo Cunha

Em seu depoimento à força-tarefa da Lava Jato, o lobista e delator Fernando Antonio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano citou, pela primeira vez, a influência de um parlamentar do PSDB na diretoria de Serviços da Petrobrás durante o governo Fernando Henrique Cardoso: o marido da parlamentar, Alexandre Santos.


Walney Rocha (Patriotas)

Está em seu segundo mandato de deputado federal. Antes da Câmara, foi vereador, deputado estadual, secretário de estado e funcionário público. Responde a duas acusações de corrupção passiva . É membro da Igreja metodista e integrante da Bancada Evngélica no Congresso Nacional.


Zé Augusto Nalim (PMDB)

Se elegeu suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro, em 2014, para o mandato 2015–2019, com 31.281 votos. Assumiu o mandato após a cassação de Eduardo Cunha.[3] É dono de uma rede de shoppings centers e declarou R$ 1,4 milhão 'em espécie' nas campanha de 2014. Votou a favor da reforma trabalhista.


Com informações de Wikipedia, Jornal O Dia (RJ), Blog do Didi Galvão (PE), Congresso em Foco, Portal UOL, Agência Câmara, Revista Época, Gospel +, Atlas Político, Estadão (SP), SOS Corpo, Correio Braziliense (DF), SOS Corpo (PE), Políticos.Org

sábado, 19 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [29] #RioDeJaneiro Parte 1


Alexandre Serfiotis (PMDB)

Não esteve presente na votação que salvou Michel Temer. É médico e está no primeiro mandato de deputado federal. É filho do ex-prefeito de Porto Real (RJ), Jorge Serfiotis (DEM), falecido no início deste mês e foi secretário de saúde do citado município. Integra a Bancada Evangélica . É réu em ação civil de improbidade administrativa com dano ao erário movida pelo MPE.


Alexandre Valle (PR)

Está em seu primeiro mandato de deputado federal e na sua carreira política, constam duas derrotas em candidaturas a prefeito do município fluminense de Itaguaí. Está entre os dez deputados federais do Rio que mais abusam da mesada da Câmara. Também responde na Justiça por duas acusações

TRE-RJ - Recurso eleitoral nº 31987.2012.619.0105 - O primeiro grau julgou improcedente representação ajuizada contra o parlamentar por se beneficiar de publicidade institucional às vésperas de eleição quando era secretário de Turismo, Esporte e Evento da Prefeitura de Itaguaí. A coligação proponente recorreu e Alexandre Valle foi multado: TSE - Recurso especial eleitoral nº 31987.2012.619.0105.

TJ-RJ - Comarca de Itaguaí - Ação civil pública nº 0008594-04.2015.8.19.0024 - É réu em ação ajuizada pelo MPE por atos de improbidade administrativa.


Altineu Côrtes (PMDB)

Está em seu primeiro mandato como deputado federal, após ser deputado estadual e secretário de estado. Foi acusado de de favorecer o ex-deputado Eduardo Cunha em esquemas de corrupção. Outra acusação é de que, quando candidato a prefeito de Itaboraí (RJ), teve apreendidos em seu comitê 400 cópias de títulos de eleitor, além de material que sugeria a realização de campanha antecipada, antes da data permitida. A suspeita é a de que Côrtes e seus cabos eleitorais estejam aliciando eleitores mediante doações ou coações.


Aureo (SD)

Está em seu segundo mandato de deputado federal. Em 2016 concorreu à prefeitura de Duque de Caxias - RJ mas ficou de fora do segundo turno. É primo do deputado estadual Jorge Teodoro (PMDB). Ao votar pelo impeachment de Dilma Rousseff bradou: "feliz a nação cujo Deus é o Senhor!!!" Fez parte da bancada de apoio ao ex-deputado Eduardo Cunha. Foi dele o voto que cravou a vitória de Temer na Câmara Federal.


Celso Jacob (PMDB)

Está preso em regime semi-aberto e mesmo assim, continua exercendo o mandato parlamentar. É ex-prefeito do município fluminense de Três Rios, quando foi acusado por contratar uma construtora inabilitada em licitação de 2002 para concluir, no final de 2003, a construção de uma creche.[3] Em 2017, envolveu-se em polêmica devido a um relato no contexto de que receberia pouca atenção dos ministros de Michel Temer, quando teria escrito (...) "às vezes me sinto a filha da empregada pobre, mas gostosa. Só serve para comer e depois nem fala”.[4]



Cristiane Brasil (PTB)

É filha do ex-deputado Roberto Jefferson, o principal acusador do Mensalão. Advogada e karateca, está no primeiro mandato na Câmara Federal, após trilhar uma carreira política como vereadora do Rio de Janeiro. É acusada de pegar R$ 200 mil de caixa 2. Foi flagrada usando o aplicativo de paquera Happn em plena sessão do Congresso. Também foi acusada de abuso de poder ao tentar implantar uma base eleitoral em uma associação de moradores no Rio.


Dejorge Patrício (PRB)

Não participou das votações que salvaram Temer. Está na suplência como deputado federal, pois Clarissa Garotinho (a titular da vaga) assumiu uma secretaria de estado no Rio de Janeiro. Antes da Câmara, foi vereador de São Gonçalo - RJ. É integrante da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. Integra a Bancada Evangélica e quando candidatou-se a prefeito, teve apoios de lideranças político-religiosas.


Exequiel Teixeira (Podemos)

Pastor evangélico da Igreja Projeto Vida Nova, Teixeira está em seu primeiro mandato de deputado federal. É marido da ex-vereadora Márcia Teixeira. No início de 2017, causou polêmica após ser indicado pelo governador Luiz Fernando Pezão para assumir a Secretaria dos Direitos Humanos, uma vez que dizia acreditar na cura gay e esvaziou o programa "Rio Sem Homofobia".[2] Por acreditar na "cura gay" e declarar isso publicamente, foi condenado a pagar indenização de R$ 1 milhão.


Francisco Floriano (DEM)

É radialista e pastor evangélico. Está em seu segundo mandato como deputado federal. Pai do candidato a vereador Matheus Floriano. É réu na ação penal número 0139394-68.2010.8.19.0001, em tramitação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por lesão corporal decorrente de violência doméstica, previsto na Lei Maria da Penha. Ele é acusado de agredir a mulher, Celia Beatriz Gabriel Silva. Foi um dos deputados que mais recebeu dinheiro do Governo Temer.


Julio Lopes (PP)

Administrador de empresas, Lopes está em seu primeiro mandato como deputado federal. Foi secretário de transportes durante o governo de Sérgio Cabral Filho, quando chegou a ser responsabilizado pelo acidente e posterior paralisação do serviço de bondes de Santa Teresa (Rio de Janeiro).[2] É acusado de receber R$ 600 mil da Odebrecht. Em outra acusação, Lopes teria recebido R$ 15 milhões.


Leonardo Picciani (PMDB)

É o atual ministro dos esportes do Governo Temer e foi exonerado do cargo para votar favoravelmente ao ex-presidente. É filho do deputado estadual Jorge Picciani. Está em seu quarto mandato de deputado federal. É acusado de caixa 2, de manter trabalho escravo em empresa de propriedade da família, e é alvo de representação (sob segredo de justiça) por captação e gastos ilícitos na campanha de 2014 com pedido de cassação de diploma.


Marcelo Delaroli (PR)

Dentista de formação, está no primeiro mandato de deputado federal. Evangélico da Igreja Batista, também integra a Bancada da Bíblia na Câmara Federal. Foi acusado de ser beneficiado por jornais locais do município de Maricá, quando era candidato à prefeitura daquele município, condenado à inelegibilidade por oito anos. Sua candidatura a prefeito nas eleições do ano passado foi impugnada, pois Delaroli foi acusado de abuso de poder econômico.


Com informações de Wikipedia, Políticos.Org, Nosso Jornal (RJ),Jornal Extra (RJ), A Política (RJ), Portal G1, Valor Econômico, Roberta Jungmann (PE), Site Oficial da Câmara, O Dia (RJ), Portal Brasil 247, Jornal O Globo (Rio), Congresso em Foco, Estadão(SP), Agência Brasil, Lei Seca Maricá (RJ)







Quem disse NÃO ao Brasil? [28] #RioGrandeDoSul


Alceu Moreira (PMDB)

Está em seu segundo mandato de deputado federal. Antes da Câmara, ele foi deputado estadual, vereador, vice-prefeito e prefeito de sua cidade natal, Osório-RS. Durante discurso na Câmara dos Deputados, realizado em 9 de Dezembro de 2016, o deputado Alceu Moreira da Silva (PMDB-RS) deu parecer favorável à “Reforma da Previdência” que obriga trabalhadores, homens e mulheres, a ter de contribuir até 49 anos para ter uma aposentadoria integral.[4][5]

É acusado de receber R$ 50 mil de Temer e ainda foi gravado pela PF dizendo “tem que chover na minha horta, neguinho”. Integra a Bancada Ruralista e preside a CPI da Funai. É um dos políticos gaúchos que receberam dinheiro da JBS. Também responde aos seguintes processos na Justiça:

TJ-RS - Comarca de Osório - Processo Nº 0091151-06.2003.8.21.0059 Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas- Foi condenado por improbidade administrativa. A Justiça considerou que houve desvio de finalidade na contratação de dois funcionários pela prefeitura de Osório e determinou o ressarcimento de danos ao erário e o pagamento de multa. O parlamentar interpôs recurso:.

TJ-RS - Comarca de Osório - Processo Nº 0012131-24.2007.8.21.0059 - Réu em processo por improbidade administrativa, foi condenado em segunda instância ao pagamento de multa por contratação irregular de funcionário público:. O parlamentar interpôs recursos:e.

TRE-RS - Processo Nº 2592006 - Foi condenado ao pagamento de multa por conduta vedada a agente público (uso irregular de serviço social de saúde pública). A decisão foi mantida em segunda instância:.

Inquérito Nº 3076/2011 - É alvo de inquérito que apura crimes da Lei de licitações e corrupção passiva.



Cajar Nardes (PR)

Médico veterinário de formação, é irmão do ex-deputado e atual conselheiro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes. Está em seu primeiro mandato de deputado federal, assumindo a suplência no ano passado. Seu irmão conselheiro do TCU recebeu R$ 1,6 milhão de vantagem no escândalo do Carf. Nas investigações da operação “Trem Pagador”, a Polícia Federal identificou a atuação de Cajar Nardes em contratos suspeitos com a Valec. Cajar ajudaria o ex-presidente da estatal a se defender no tribunal.


Covatti Filho (PP)

Está em seu primeiro mandato como deputado federal e preside a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.[3]. Em 2015 o seu pai, o ex-deputado federal Vilson Covatti, apareceu como um dos nomes investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. Por conta disso Covatti Filho deixou de ocupar uma das vagas da CPI da Petrobras.[4] Também é integrante da Bancada Ruralista.


Darcísio Perondi (PMDB)

Médico pediatra de formação, está em seu sexto mandato de deputado federal. É acusado de cobrar consultas de pacientes do SUS. Recebeu doações de campanha diretamente de Michel Temer. Foi o relator da PEC 241, que congela investimentos da educação por 20 anos e integra a tropa de choque do Michel Temer, fazendo calorosas defesas do atual governo. 



Giovani Cherini (PR)

Não participou da votação que salvou Temer da denúncia. Está em seu segundo mandato de deputado federal. Votou pelo impeachment de Dilma e foi expulso do PDT (que é oposição a Temer). Um de seus assessores apareceu como suspeito de participar de uma fraude que oferece exames pelo SUS, em tempo recorde, em troca de R$ 50. Também foi acusado do uso de albergues para obter votos em período eleitoral.


José Fogaça (PMDB)

Advogado, professor, compositor, apresentador de Rádio e TV, começou sua carreira política no MDB, partido de oposição ao regime militar (1964-1985). Foi prefeito de Porto Alegre e Senador da República. Foi condenado a pagamento de multa por conduta vedada a agente público. A Justiça considerou ilegal a concessão de bônus-moradia para reassentamento de famílias em ano eleitoral.


José Otávio Germano (PP)

Advogado e professor, é filho do ex-deputado Otávio Germano (Arena) que atuou entre as décadas de 1950 e 1980. Em 2008 foi acusado de fazer parte de um esquema de corrupção no DETRAN. Em 30 de março de 2016 foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) pelos crimes de corrupção passiva e ocultação de bens no âmbito da Operação Lava Jato.[4]. Iniciou sua carreira política pela Arena, partido de sustentação do Regime Militar (1964-1985).



Mauro Pereira (PMDB)

Seu mandato de deputado federal é o de suplente, pois dois colegas de bancada assumiram secretarias de estado no Rio Grande do Sul. Integrou a tropa de choque do ex deputado Eduardo Cunha. Integra a Bancada Ruralista, foi o autor do Projeto de Lei que deixou a fiscalização e licenciamento de empreendimentos rurais sob responsabilidade dos estados, ou seja, enquanto a União "lava as mãos" sobre fiscalização ambiental, os estados podem ser flexíveis até demais. 


Osmar Terra (PMDB)

É o atual Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário do Governo Federal e também foi exonerado para dar o SIM que ajudou Michel Temer. É médico e foi prefeito do município de Santa Rosa. É radicalmente contra a legalização de drogas, incluindo maconha. É favorável à internação compulsória de dependentes químicos e assinou junto com o deputado federal Jair Bolsonaro (Patriotas - RJ) um projeto de lei que extingue o regime semi-aberto no Brasil. Esteve entre os políticos que trocaram mensagens com o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, condenado por cartel na Petrobras.


Renato Molling (PP)

Está em seu terceiro mandato como deputado federal. Foi prefeito do município de Sapiranga. Teve seu nome ligado à Operação Lava Jato ao ser acusado por formação de quadrilha. Também foi condenado por improbidade administrativa na prefeitura de Sapiranga. A ação de 2001 ainda resultou na suspensão dos direitos políticos do progressista, por três anos. Além de Molling, também foram condenados dois ex-servidores da Prefeitura e uma empresa de advocacia.


Ronaldo Nogueira (PTB)

Atual ministro do Trabalho no Governo Federal, foi exonerado por um dia para votar SIM pelo arquivamento das denúncias contra Michel Temer. Nogueira é acusado de mandar pagar contrato suspeito de irregularidades

Em setembro de 2016, Ronaldo Nogueira declarou, durante encontro com sindicalistas, que o governo federal pretendia enviar ao Congresso Nacional um projeto de reforma da legislação trabalhista para, entre outras medidas, autorizar a adoção de carga horária diária de até 12 horas, mediante norma coletiva, desde que o trabalhador não exceda o limite de 48 horas semanais.[4]

A declaração gerou forte reação contrária das centrais sindicais,[5] levando o Presidente Michel Temer a criticar a postura do Ministro,[6] que foi orientado a assegurar publicamente "que o Governo não vai elevar a jornada de oito horas nem tirar direitos dos trabalhadores", inclusive emitindo uma nota oficial.[7]



Sérgio Moraes (PTB)

Está em seu terceiro mandato como deputado federal. Foi vereador, prefeito e deputado estadual. É ex-marido da ex-prefeita de Santa Cruz do Sul, Kelly Moraes, e é pai do deputado estadual Marcelo Moraes. Em 6 de maio de 2009, Sérgio Moraes ficou nacionalmente conhecido ao afirmar em discurso na Câmara dos Deputados a seguinte frase: "Estou me lixando para opinião pública. Até porque parte da opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, mas a gente se reelege."[6] Segundo ele próprio, a frase foi dita no momento em que estava sendo "provocado pela imprensa" e foi direcionada para a repórter que o questionou e não para a opinião pública.[7]

Posteriormente, ao ser entrevistado pelo repórter Danilo Gentili do programa Custe o Que Custar (CQC), sobre o fato de defender Edmar Moreira, chamado pela mídia de "Deputado do Castelo"[8], sobre a acusação de ser dono de um prostíbulo no Sul do país e sobre ligar para telessexo com dinheiro público, Moraes respondeu, de acordo com Gentili: "você é um veado. Eu vi você comendo veado."[9]

A reportagem foi ao ar, no dia 1 de junho de 2009, e nela o repórter perguntou: - "É verdade que o senhor e o Edmar Moreira vão abrir um bordel no castelo?" E Sérgio Moraes replicou: "Vamos, inclusive já convidei a sua mãe. Estou te reconhecendo: você não é aquele que flagrei beijando um cara nos corredores do Congresso na semana passada?".[10]

Em janeiro de 2010, Kelly Moraes, esposa de Sérgio e prefeita de Santa Cruz do Sul, anunciou que o modelo para a estátua de São João Batista que pretendia construir no município, especificamente no alto do morro do distrito de Cerro Alegre, estava pronto. Contudo, o rosto da estátua, projetada para ter a mesma altura do Cristo Redentor e para promover o turismo na região, lembra muito o próprio Sérgio Moraes na opinião de muitos santa-cruzenses e da oposição. O lugar em que a estátua será fixada também gera controvérsia, pois Sérgio Moraes passou sua infância em Cerro Alegre.[11]


Yeda Crusius (PSDB)

Economista de formação, tornou-se conhecida nacionalmente ao ser ministra do Planejamento no Governo Itamar Franco, em 1993. Também foi governadora do Rio Grande do Sul. Apesar da carreira política no Rio Grande do Sul, a parlamentar nasceu em São Paulo. Foi acusada de fazer caixa 2. Também foi acusada de usar dinheiro público em uma casa recém-adquirida. Recentemente, foi acusada de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro.

Com informações de Wikipedia, Viomundo, Carta Capital, Luiz Muller, Políticos.Org, Revista Istoé, Blog Brasil Corrupto, Blog Polenta News, Observatório do Clima, Zero Hora (RS), Brasil de Fato, Portal IG, Correio do Povo (RS), Blog do Felipe Vieira, Revista Época, Estadão (SP)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [27] #SantaCatarina


Celso Maldaner (PMDB)

Está no terceiro mandato de deputado federal. Integra as bancadas ruralista e evangélica. Também defende a exploração privada do petróleo brasileiro. Foi um dos 20 deputados  que mudaram de lado para ajudar na nova manobra de Eduardo Cunha na votação da redução da maioridade penal.

Responde, ainda, às seguintes acusações:

TJ-SC Comarca de Maravilha - Ação civil Nº 0002242-50.2006.8.24.0042 Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas- Foi condenado em ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual por prática ilícita cometida quando ocupava o cargo de secretário estadual. A Justiça determinou o pagamento de multa. Recorre em segunda instância:

TCE-SC - Processo Nº 04/ 02948386

TCE-SC - Processo Nº 02/ 05931634

Foi, ainda, condenado a multa por irregularidades em contratações durante sua gestão na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Maravilha: TCE-SC - Acórdão nº 0786/2014. 



Cesar Souza (PSD)


Apresentador de televisão, é pai do ex-prefeito de Florianópolis, César Souza Junior. Teve seu nome envolvido em crime eleitoral ao mandar servidores comissionados da prefeitura de Florianópolis para eventos políticos do parlamentar. Seu filho ex-prefeito e secretário de estado teve bens bloqueados por responder por supostas irregularidades na implantação de um software na Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina. 


João Paulo Kleinubing (PSD)

Filho do ex-governador de Santa Catarina, Vilson Kleinubinig, está em seu primeiro mandato de deputado federal. Antes da câmara foi prefeito de Blumenal, secretário de estado e deputado estadual. Foi acusado de envolvimento na Máfia do Asfalto em Santa Catarina. Também foi condenado em ação civil de improbidade administrativa.


João Rodrigues (PSD)

Radialista, está em seu segundo mandato de deputado federal. Antes da Câmara foi prefeito de Chapecó e deputado estadual. Foi condenado por improbidade administrativa. Também foi acusado pelo Ministério Público Federal pelos crimes da Lei de Licitações e crime de responsabilidade. Sua maior notoriedade foi ter assistido a vídeos pornográficos em plena sessão da Câmara.


Marco Tebaldi (PSDB)


Engenheiro de formação, está em seu segundo mandato como deputado federal. Foi prefeito de Joinville e secretário de estado. Foi condenado por desvio de dinheiro público, mas não cumpriu pena. Também foi condenado por usar verba pública para enaltecer seu governo. 

Também responde várias ações na Justiça:

STF - Ação penal nº 556/2011 - Foi condenado por crime de responsabilidade por apropriação ou desvio de bem público, mas houve prescrição da pretensão punitiva. 

STF - Inquérito nº 3073/2011 - Apura crimes de responsabilidade. 

STF - Inquérito nº 3753/2013 - Apura crimes da Lei de Licitações. Quando secretário de Educação de Santa Catarina, Tebaldi teria efetuado contratação de empresa por meio de inexigibilidade indevida de licitação. 

TRF-4 - Subseção Judiciária de Joinville - Processo nº 5004273-25.2014.404.7201 Condenado por improbidade administrativa. A Justiça determinou que ele devolva ao Município de Joinville os montantes repassados ao Instituto Escola do Teatro Bolshoi no Brasil sem autorização da Lei Orçamentária durante sua gestão como prefeito. 

TRF-4 - Subseção Judiciária de Joinville - Ação civil pública nº 5010481-88.2015.4.04.7201 - Acusado de improbidade administrativa por irregularidades na instalação da Universidade Federal de Santa Catarina em Joinville. 

TJ-SC - Comarca de Joiville - Ação civil pública nº 0035862-94.2008.8.24.0038 Condenado por improbidade administrativa por promoção pessoal com dano ao erário utilizando publicidade institucional, quando prefeito de Joinville. A Justiça determinou pagamento de multa, ressarcimento ao erário e suspensão dos direitos políticos por 8 anos. O parlamentar entrou com embargos e foram negados: TJ-SC- Comarca de Joiville - Embargos de declaração nº 0009386-38.2016.8.24.0038. 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0015539-05.2007.8.24.0038 - Condenado ao pagamento de multa por improbidade administrativa. De acordo com a denúncia, o parlamentar, quando prefeito de Joinville, viajou às custas de dinheiro público para os EUA para conhecer instalações de tratamento de água e esgoto de empresa daquele país. Levou consigo um radialista local, que também teve as despesas de viagem pagas com dinheiro da prefeitura, tudo sem licitação. 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0031040-38.2003.8.24.0038 - Condenado por improbidade administrativa, por usar publicidade institucional de Joinville para promoção pessoal, enquanto prefeito. A Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos por três anos e ressarcimento ao erário. A condenação foi mantida em segunda instância, mas a pena de suspensão de direitos políticos foi excluída: TJ-SC - Apelação cível n° 2008.032041-8. 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Processo nº 0019952-03.2003.8.24.0038 - Condenado a ressarcimento ao erário e pagamento de multa por usar publicidade institucional de Joinville para promoção pessoal. A condenação foi mantida em segunda instância: TJ-SC - Apelação cível n° 2007.043227-7. 

TJ-SC - Comarca de Joiville - Ação civil pública nº 0904010-46.2016.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Florianópolis - Ação civil pública nº 0022487-32.2012.8.24.0023 

TJ-SC - Comarca de Florianópolis - Ação civil pública nº 0022489-02.2012.8.24.0023 - Foi decretada a indisponibilidade de seus bens. 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0033892-88.2010.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0053401-73.2008.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0047266-79.2007.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0038021-44.2007.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Joinville Ação civil pública nº 0009081-74.2004.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0007512-38.2004.8.24.0038 

TJ-SC - Comarca de Joinville - Ação civil pública nº 0047578-60.2004.8.24.0038 

TCE-SC - Processo nº 09/00067632 

TCE-SC - Processo nº 08/00428560 

TCE-SC - Processo nº 08/00480643 

TCE-SC - Processo nº 04/01334350 



Mauro Mariani (PMDB)

Está em seu terceiro mandato como deputado federal. Antes da Câmara, foi prefeito e deputado estadual por um mandato. Votou em favor do financiamento privado de campanha (não acredite em mim – UOL), junto de Eduardo Cunha. Recebeu 250 mil reais em doações privadas da ARCELORMITTAL BRASIL S/A, e recebeu da JBS (Friboi) 300 mil reais. 

Também responde à Ação Civil Pública nº 0147431-82.2007.8.24.0023 - Réu em ação por improbidade administrativa, acusado de irregularidade em contratação de empresa para obras em vias públicas de Rio Negrinho, quando era prefeito. A primeira instância declarou extinção da punibilidade para Mariani, mas o TJ-SC anulou essa decisão e determinou o prosseguimento da ação: TJ-SC - Apelação cível nº 2007.012480-6. O parlamentar recorre no STJ: STJ - REsp n° 1504786/2012.


Rogério Mendonça (PMDB)

Conhecido publicamente como Peninha, está em seu quinto mandato como deputado federal. Pertencente à denominada "bancada da bala", defende o direito dos cidadãos possuírem armas de fogo para auto-defesa e, é o autor do Projeto de Lei 3722 de 2012[3] que pretende revogar o Estatuto do Desarmamento[4],. Também indicou assessor preso na operação Carne Fraca, da Polícia Federal.



Ronaldo Benedet (PMDB)

Advogado por formação, Benedet está no segundo mandato de deputado federal. Foi um dos 71 deputados que, em 27 de maio de 2015, alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil, dado no dia anterior. Na terça, 26 de maio, em sessão do Congresso, Ronaldo Benedet votou contra o financiamento privado das eleições no Brasil. No dia 27, sem explicações maiores e após o presidente da câmara recolocar o tema em votação, votou a favor.[3] Seu nome foi apontado como informante de uma rede de narcotraficantes. Responde a dois inquéritos por crimes eleitorais.


Valdir Colatto (PMDB)

Está em seu terceiro mandato de deputado federal. Integra a bancada ruralista e é o autor do projeto que propõe a liberação da caça e venda de animais silvestres. Foi desmentido pelos indígenas de seu estado ao afirmar que os povos Xokleng Laklãnõ, Kaigang e Guarani apoiavam a PEC 215, que transfere ao Congresso a responsabilidade de demarcar territórios indígenas.


Com informações de Wikipedia, Políticos.Org, Atlas Político, Clic RBS, Portal UOL, FolhaEstado.com, Portal G1, Rede Brasil Atual, Estadão, Diário do Centro do Mundo, Congresso em Foco, Desacato (SC), IELA (UFSC) e Carta Capital.

Quem disse NÃO ao Brasil? [26] #Tocantins


Carlos Henrique Gaguim (PTN)

Em seu primeiro mandato de deputado federal, foi vereador, deputado estadual e governador do Tocantins. A Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos de Gaguim por até 5 anos, além do pagamento de multa de R$ 723 mil. O mesmo interpôs embargos de declaração, mas decisão foi mantida. Recorre em segunda instância. Processo esse que ainda não foi finalizado e o direito de ampla defesa está sendo exercido conforme é possível verificar no andamento processual no próprio site do Tribunal de Justiça.[10][11][12]

Foi condenado à pena de inelegibilidade por 8 anos, a partir do pleito de 2010. De acordo com a denúncia, o parlamentar utilizou-se indevidamente do Instituto de Radiodifusão Educativa - Redesat para fazer propaganda a favor de si e contrária ao candidato adversário, valendo-se de ascendência detida no meio de comunicação por ser Governador do Estado e agindo com abuso de poder político. O parlamentar recorreu. Conseguiu, liminarmente, a suspensão da decisão de primeiro grau.[12]

Ainda condenado por abuso de poder e conduta vedada à agente público. De acordo com a denúncia, Carlos Henrique Amorim utilizou do cargo público de governador para se autopromover visando à reeleição, o que configurou abuso de poder político e propaganda antecipada. 

Carlos Gaguim foi ainda acusado, em 2010, de integrar uma quadrilha no poder público durante seu mandato de governador do Tocantins com seu amigo lobista Maurício Manduca e o empresário José Carlos Cepera para desviar até um bilhão de reais. Para isso, segundo denúncias da imprensa, ele fraudava licitações e planejava terceirizar a maioria dos cargos públicos tocantinenses.[24]



Dulce Miranda (PMDB)

Também é primeira-dama do Tocantins, pois é esposa do atual governador Marcelo Miranda. É advogada de formação. Apesar de ter feito carreira política no Tocantins, ela nasceu na cidade mineira de Pocrane. Está em seu primeiro mandato como deputada federal e foi a mais votada nas eleições de 2014. A parlamentar e seu esposo governador foram denunciados por desvio de dinheiro público para a compra de itens pessoais, como joias e peças íntimas de lingerie. Está na lista de deputados que mudaram o voto para serem favoráveis à redução da maioridade penal.


Josi Nunes (PMDB)

Professora e psicóloga de formação, Josi é filha de Jacinto Nunes, ex-prefeito de Gurupi, e Dolores Nunes, a primeira mulher eleita deputada estadual e federal pelo Tocantins. Foi acusada de constranger políticos locais em público em busca de empregos para correligionários. Teve o nome envolvido em uma confusão envolvendo a parcialidade de um juiz que demorou a julgar casos de vários políticos, inclusive a parlamentar.



Lazaro Botelho (PP)

Está em seu terceiro mandato de deputado federal. Apesar da carreira política no Tocantins, Botelho é maranhense. Em 10 de março de 2015 pediu dispensa da comissão da CPI da Petrobras e do Conselho de Ética da Câmara Federal pelo indício de envolvimento no escândalo da Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato.[3]


Professora Dorinha Seabra (DEM)

Está em seu segundo mandato como deputada federal, é professora universitária e tem nível de doutorado. Foi condenada pelo STF  a cinco anos de detenção por fraude. Ela também responde a outros processos na Justiça:

TRF-1 - Seção Judiciária de Tocantins - Ação civil pública nº 0000572-06.2011.4.01.4300 - Foi condenada por improbidade administrativa a suspensão dos seus direitos políticos, ressarcimento integral do dano causado ao erário, proibição de contratar com o poder público e de receber benefícios fiscais ou creditícios por cinco anos, além de multa civil de setenta mil reais. Durante o período em que foi secretária estadual de Educação e Cultura ocorreram irregularidades na aplicação de verbas públicas federais provenientes do Programa para Educação de Jovens e Adultos - PEJA do Ministério da Educação, causando prejuízo ao erário de mais de cem mil reais. Parlamentar recorre: TRF-1 - Apelação nº 0000572-06.2011.4.01.4300.TRF-1 - Seção Judiciária do Distrito Federal - Ação penal nº 0014192-30.2015.4.01.3400 - É ré em ação penal referente a crimes na Lei de Licitações, ajuizada pelo Ministério Público Federal. 
STF - Ação penal nº 915/2015 
STF - Ação penal nº 946/2015 
STF - Ação penal nº 962/2015 - Além de peculato, também é referente a crimes da Lei de licitações. 
STF - Inquérito nº 3789/2013 
STF - Inquérito nº 3731/2013 
STF - Inquérito nº 3581/2013 
STF - Inquérito nº 3571/2012 
TCE-TO - Processo nº 1684/2006 
TCE-TO - Processo nº 2961/2006 
TCE-TO - Processo nº 9222/2008


Vicentinho Junior (PR)

Não participou das votações que salvaram Temer. Está em seu primeiro mandato de deputado federal. É filho do senador Vicentinho Alves. Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato nas eleições de 2014. Seu pai é acusado de nepotismo no Senado Federal, ao empregar três sobrinhos em cargos que beneficiariam o senador.


Com informações de Wikipedia, Revista Veja, Carta Capital, Folha do Bico (TO), Portal IG, Estadão, Políticos.Org, O girassol (TO)