terça-feira, 11 de abril de 2017

E agora, o que ocorre após a morte de Edvaldo?

Ele queria apenas mais segurança para a sua cidade, a pequena Itambé, a 92 km do Recife. Mas a atuação, no mínimo, despreparada de um policial militar acabou interrompendo sua trajetória. Aos 19 anos. 

Edvaldo era um jovem querido na cidade. Trabalhava com carpintaria e marcenaria. Também era músico e tocava em bandas locais. E adorava andar de skate. Era o filho mais novo de Dona Lia, que já sofria com o filho na UTI. Sua dor agora é imensurável. 

Edvaldo lutou pela vida por quase um mês na Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Miguel Arraes, em Paulista, Região Metropolitana. A família agora luta que os responsáveis sejam julgados e condenados pelo crime que cometeram, de forma covarde e cruel.

Governo - O Governo do Estado determinou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrasse em em contato com a família de Edvaldo. A determinação é para "estabelecer medidas de reparação à família pelo ocorrido". Como se alguma reparação maior pudesse ser feita.

A Procuradoria Geral do Estado afirmou que, independentemente do andamento dos ritos dos inquéritos que apuram o ocorrido, a Constituição permite ao Governo de Pernambuco indenizar a família, com base em sua responsabilidade objetiva. 

Por meio de nota, o Governo de Pernambuco reafirma que "fará o que estiver ao seu alcance para que todo o episódio seja esclarecido e que a Justiça seja feita, ressaltando o compromisso de desautorizar e impedir qualquer abuso de força por parte das polícias do Estado".








Com informações de Arquivo, do Deputado Edilson Silva, do Portal Marco Zero Conteúdo, da jornalista Iana Gouveia e da Secretaria de Imprensa de Pernambuco

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