quinta-feira, 9 de março de 2017

Maternidades superlotadas


Na Região Metropolitana do Recife, oito municípios suspenderam os atendimentos em Obstetrícia: Paulista, Itamaracá, Itapissuma, Araçoiaba, Camaragibe, Moreno e Igarassu . O resultado é que as maternidades públicas que funcionam no Recife estão lotadas e improvisando locais para os partos e acomodações de mães e bebês. 

Em Olinda, a maternidade Brites de Albuquerque ainda não foi inaugurada. A obra deveria acontecer em um ano, com um orçamento de R$ 8 milhões. No entanto, três anos depois, a estrutura além, de não estar pronta, o mato toma conta do local. A prefeitura de Olinda, empossada há pouco mais de dois meses, afirmou que inaugurar a maternidade é uma prioridade e que devem ser feitos estudos de oferta e demanda de vagas. As gestantes deste município são encaminhadas para terem seus filhos no Hospital Tricentenário.

A secretaria estadual de saúde está ciente da superlotação e afirmou que pior do que a atual situação é recusar o atendimento às parturientes. A respeito do fechamento das maternidades municipais, o Ministério da Saúde, por sua vez, afirmou que o SUS é descentralizado, sendo o gestor responsável por definir como será a oferta assistencial de acordo com os parâmetros e as necessidades de saúde da sua população, ou seja, afirmou que a responsabilidade é das administrações locais.



A secretaria de imprensa de Igarassu mandou uma nota para o blog: Em 2012, anterior a gestão atual, a maternidade de Igarassu (foto ao lado) foi fechada através de uma PACTUAÇÃO TRIPARTITE (União, Estado e Município). A partir de 2013 (início da atual gestão municipal), foram colocados em pauta itens como a garantia do parto humanizado, com assistência à mãe e ao bebê. Mas para isso, é preciso que se redesenhe a Rede de Assistência Materno-Infantil..


Com informações do Portal G1 e da Secretaria Municipal de Igarassu

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