quinta-feira, 9 de março de 2017

#DiaDaMulher - Miriam Brandão

Miriam Oppenheimer Leão Brandão tinha apenas cinco anos quando foi sequestrada, ainda dormindo por William Gontijo e pelo irmão dele, Wellington Gontijo, no dia 28 de dezembro de 1992. Eles tiveram a ajuda de Rosemeire Pinheiro, que era funcionária da farmácia da Família Brandão.

A menina foi morta por asfixia, teve o corpo esquartejado e carbonizado. Mesmo assim, os sequestradores ligavam para a família, exigindo dinheiro para o resgate. No dia 7 de janeiro de 1993, a verdade veio à tona. 

Condenados em 1995, William Gontijo Ferreira, hoje com 46 anos, foi condenado a 32 anos de detenção. Atualmente, ele cumpre regime aberto. Welington, 45, foi condenado a 21 anos, e teve a pena extinta em 2009. Rosemaire, 45, foi condenada a 18 anos, cumpriu oito, mas já terminou de cumprir a pena.

Wellington, inclusive, se converteu à Igreja Evangélica e é dono de três templos. Sobre o caso, ele disse: "O crime foi coisa do passado e o que vale é o presente".

A mãe de Miriam, Dona Jocélia Brandão, só conseguiu a certidão de óbito da filha 27 anos depois do crime (em 2015). Agora, ela acredita que o documento pode ajudá-la a embarcar em uma nova tarefa, a condução do Instituto Míriam Brandão, voltado para o auxílio a parentes de crianças e idosos vítimas de violência. 




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