quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [26] #Tocantins


Carlos Henrique Gaguim (PTN)

Em seu primeiro mandato de deputado federal, foi vereador, deputado estadual e governador do Tocantins. A Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos de Gaguim por até 5 anos, além do pagamento de multa de R$ 723 mil. O mesmo interpôs embargos de declaração, mas decisão foi mantida. Recorre em segunda instância. Processo esse que ainda não foi finalizado e o direito de ampla defesa está sendo exercido conforme é possível verificar no andamento processual no próprio site do Tribunal de Justiça.[10][11][12]

Foi condenado à pena de inelegibilidade por 8 anos, a partir do pleito de 2010. De acordo com a denúncia, o parlamentar utilizou-se indevidamente do Instituto de Radiodifusão Educativa - Redesat para fazer propaganda a favor de si e contrária ao candidato adversário, valendo-se de ascendência detida no meio de comunicação por ser Governador do Estado e agindo com abuso de poder político. O parlamentar recorreu. Conseguiu, liminarmente, a suspensão da decisão de primeiro grau.[12]

Ainda condenado por abuso de poder e conduta vedada à agente público. De acordo com a denúncia, Carlos Henrique Amorim utilizou do cargo público de governador para se autopromover visando à reeleição, o que configurou abuso de poder político e propaganda antecipada. 

Carlos Gaguim foi ainda acusado, em 2010, de integrar uma quadrilha no poder público durante seu mandato de governador do Tocantins com seu amigo lobista Maurício Manduca e o empresário José Carlos Cepera para desviar até um bilhão de reais. Para isso, segundo denúncias da imprensa, ele fraudava licitações e planejava terceirizar a maioria dos cargos públicos tocantinenses.[24]



Dulce Miranda (PMDB)

Também é primeira-dama do Tocantins, pois é esposa do atual governador Marcelo Miranda. É advogada de formação. Apesar de ter feito carreira política no Tocantins, ela nasceu na cidade mineira de Pocrane. Está em seu primeiro mandato como deputada federal e foi a mais votada nas eleições de 2014. A parlamentar e seu esposo governador foram denunciados por desvio de dinheiro público para a compra de itens pessoais, como joias e peças íntimas de lingerie. Está na lista de deputados que mudaram o voto para serem favoráveis à redução da maioridade penal.


Josi Nunes (PMDB)

Professora e psicóloga de formação, Josi é filha de Jacinto Nunes, ex-prefeito de Gurupi, e Dolores Nunes, a primeira mulher eleita deputada estadual e federal pelo Tocantins. Foi acusada de constranger políticos locais em público em busca de empregos para correligionários. Teve o nome envolvido em uma confusão envolvendo a parcialidade de um juiz que demorou a julgar casos de vários políticos, inclusive a parlamentar.



Lazaro Botelho (PP)

Está em seu terceiro mandato de deputado federal. Apesar da carreira política no Tocantins, Botelho é maranhense. Em 10 de março de 2015 pediu dispensa da comissão da CPI da Petrobras e do Conselho de Ética da Câmara Federal pelo indício de envolvimento no escândalo da Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato.[3]


Professora Dorinha Seabra (DEM)

Está em seu segundo mandato como deputada federal, é professora universitária e tem nível de doutorado. Foi condenada pelo STF  a cinco anos de detenção por fraude. Ela também responde a outros processos na Justiça:

TRF-1 - Seção Judiciária de Tocantins - Ação civil pública nº 0000572-06.2011.4.01.4300 - Foi condenada por improbidade administrativa a suspensão dos seus direitos políticos, ressarcimento integral do dano causado ao erário, proibição de contratar com o poder público e de receber benefícios fiscais ou creditícios por cinco anos, além de multa civil de setenta mil reais. Durante o período em que foi secretária estadual de Educação e Cultura ocorreram irregularidades na aplicação de verbas públicas federais provenientes do Programa para Educação de Jovens e Adultos - PEJA do Ministério da Educação, causando prejuízo ao erário de mais de cem mil reais. Parlamentar recorre: TRF-1 - Apelação nº 0000572-06.2011.4.01.4300.TRF-1 - Seção Judiciária do Distrito Federal - Ação penal nº 0014192-30.2015.4.01.3400 - É ré em ação penal referente a crimes na Lei de Licitações, ajuizada pelo Ministério Público Federal. 
STF - Ação penal nº 915/2015 
STF - Ação penal nº 946/2015 
STF - Ação penal nº 962/2015 - Além de peculato, também é referente a crimes da Lei de licitações. 
STF - Inquérito nº 3789/2013 
STF - Inquérito nº 3731/2013 
STF - Inquérito nº 3581/2013 
STF - Inquérito nº 3571/2012 
TCE-TO - Processo nº 1684/2006 
TCE-TO - Processo nº 2961/2006 
TCE-TO - Processo nº 9222/2008


Vicentinho Junior (PR)

Não participou das votações que salvaram Temer. Está em seu primeiro mandato de deputado federal. É filho do senador Vicentinho Alves. Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato nas eleições de 2014. Seu pai é acusado de nepotismo no Senado Federal, ao empregar três sobrinhos em cargos que beneficiariam o senador.


Com informações de Wikipedia, Revista Veja, Carta Capital, Folha do Bico (TO), Portal IG, Estadão, Políticos.Org, O girassol (TO)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [26] #Roraima


Abel Mesquita (DEM)

Também conhecido como Abel Galinha, integra as bancadas do Boi e da Bíblia. Antes da Câmara, foi vereador de Boa Vista e profissionalmente, é dono de postos de gasolina. É acusado de abastecer na própria rede de postos os carros alugados pelo seu gabinete. Dessa forma, Abel Galinha pagou para ele mesmo mais de R$ 80 mil.


Édio Lopes (PR)

Está em seu terceiro mandato como deputado federal. Foi vereador, deputado estadual e secretário de estado. É advogado de formação e funcionário público de profissão. Respondeu processo no tribunal por suposta prática de peculato, quando há desvio de recursos públicos em proveito próprio ou alheio. De acordo a denúncia, o parlamentar desviou dinheiro público, em proveito próprio e alheio, por meio da indicação de três servidores para ocuparem cargos comissionados em seu gabinete, sem a exigência de prestação de serviços, nos anos de 2005 e 2006. Integra a bancada ruralista. 


Hiran Gonçalves (PP)

Médico de formação, está em seu primeiro mandato como deputado federal. Gonçalves foi acusado de veiculação indevida de propaganda, quando, no final de ano passado, o réu afixou outdoor na capital, em rodovias federais, bem como no interior do Estado e na periferia da cidade de Boa Vista, objetivando exclusivamente fixar a imagem do candidato.


Jhonatan de Jesus (PRB)

No segundo mandato de deputado federal, Jhonatan é médico e empresário. O parlamentar é filho do deputado estadual Mecias de Jesus. Integrante da bancada evangélica, é ligado à Igreja Batista. Gasta em torno de R$ 1200,00 por dia de mandato exercido.


Maria Helena (PSB)

Está em seu quarto mandato como deputada federal. Apesar de ter feito carreira política em Roraima, ela é nascida no Rio Grande do Sul. Sendo a única representante de seu estado na comissão que discute a Reforma da previdência, ela falta aos debates. Tem seu nome denunciado na Farra das Passagens


Remídio Monai (PR)

Empresário do ramo de transportes públicos, preside o sindicato patronal da categoria e também é conhecido como Remídio da Amatur. Está em seu primeiro mandato como deputado federal. Apesar de ter feito carreira política em Roraima, ele é paranaense. Sua esposa participou de reuniões de apoio a Eduardo Cunha, quando ele fazia campanha para a presidência da Câmara. 



Shéridan (PSDB)

Esteve ausente da votação que salvou Temer. Foi esposa do ex-governador de Roraima, José de Anchieta Júnior e atuou como Secretária da Promoção Humana e Desenvolvimento em seu governo. É noiva do deputado federal amazonense Artur Bisneto e no dia da votação aberta em plenário a respeito do arquivamento da denúncia de corrupção de Temer, quando foi anunciada pelo presidente da Câmara à época, Rodrigo Maia, foi chamada de "gostosa" por alguém não identificado, em microfone aberto.[14]

Foi recentemente acusada de ter agredido uma jovem em um restaurante de Manaus, e também acusada de improbidade administrativa quando ela e o ex-marido governador foram acusados de custear viagem de funkeiro a Boa Vista.


Com informações de Wikipedia, Atlas Político, Portal G1, JusBrasil, Meu Congresso Nacional, Roraima.bncamazonia, Folha BV e Blog do Perronico.

Quem disse NÃO ao Brasil? [25] #Rondônia


Lindomar Garçon (PRB)

Garçom de profissão, adotou como nome público. Está em seu terceiro mandato de deputado federal. Antes da Câmara foi vereador e prefeito de Candeias do Jamari. O parlamentar é acusado em ação penal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) por crimes contra a fé pública. O processo, que retornou à Justiça Federal de Rondônia, tem o número 2002.41.00.002689-0 (www.trf1.gov.br). Também é acusado de compra de votos.


Lúcio Mosquini (PMDB)

Engenheiro de profissão, Mosquini está em seu primeiro mandato como deputado federal. Começou a vida pública como líder estudantil. Pouco depois de ser eleito, em 2014, foi preso acusado de fazer parte de organização criminosa. Entre as acusações estava falsidade ideológica, uso de documento falso, fraude a licitação, peculato e lavagem de dinheiro. Integra a bancada ruralista e está na lista de devedores da Previdência.



Luiz Claudio (PR)

Conhecido como Luiz Claudio da Agricultura, o parlamentar está em seu primeiro mandato como deputado federal. Embora tenha feito carreira política por Rondônia, o deputado é pernambucano. Técnico agrícola de formação, também é professor. Também foi deputado estadual e vereador. Ainda em seus tempos de deputado estadual, foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral de usar a estrutura do Governo do Estado para obter votos.



Marinha Raupp (PMDB)

Psicóloga de formação, Marinha Raupp nasceu no interior de São Paulo e foi a Rondônia para exercer sua profissão. É esposa do senador Valdir Raupp e está no sexto mandato de deputada federal. É acusada de atrapalhar as obras do Hospital do Câncer da Amazônia e também de “estelionato político” por parte da bancada federal.



Nilton Capixaba (PTB)

Está em seu quarto mandato como deputado federal. Embora tenha o apelido "Capixaba" e fazer sua carreira política em Rondônia, o parlamentar é nascido em Minas Gerais. Integra a bancada evangélica. O Supremo Tribunal Federal em 2015 abriu ação penal contra o deputado por suposta prática de peculato. Conforme a denúncia, ele teria colaborado para o desvio de R$ 15 mil em 2003, na compra de uma ambulância para o município de Cerejeiras, dentro do esquema conhecido como “Máfia dos Sanguessugas”. Também respondeu por lavagem de dinheiro.


Com informações de Wikipedia, Portal G1, Atlas Político, Brasil de fato, Congresso em Foco e sites rondonienses: Extra de Rondonia, News Rondonia, Tudo Rondônia e Rondônia ao Vivo

Quem disse NÃO ao Brasil? [24] #RioGrandeDoNorte


Beto Rosado (PP)

Agrônomo de formação, Rosado está em seu primeiro mandato como deputado federal. Filho do ex-deputado Betinho Rosado e da assistente social Mary Simone Barrocas Rosado, é neto do ex-governador do Rio Grande do Norte Dix-Sept Rosado.É acusado de receber R$ 400 mil de doação da JBS. Seu pai, que usava o nome de Betinho Rosado, foi barrado pela Lei da Ficha Limpa e colocou o filho em seu lugar.


Fábio Faria (PSD)

Conhecido nacionalmente por ser genro do apresentador Sílvio Santos, Faria é filho do atual governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria. Administrador de formação, está em seu terceiro mandato como deputado federal. Conhecido nacionalmente por ter namorado celebridades da TV, como a atriz Priscila Fantin e as apresentadoras Adriane Galisteu e Sabrina Sato. Atualmente está casado com Patrícia Abravanel. 

Em 2009 teve seu nome citado no escândalo da Farra das Passagens, onde deputados teriam usado a cota de passagens aéreas bancadas pelo dinheiro público para fins pessoais. Fábio teria usado a cota para enviar passagens para os atores Kayky Brito, Sthefany Brito e Samara Felippo participarem do carnaval fora de época em Natal, do qual ele possui um camarote muito frequentado pelas celebridades. Também utilizou a cota parlamentar para pagar sete viagens para a ex-namorada, a apresentadora de televisão Adriane Galisteu, e a mãe dela, Emma Galisteu, entre 2007 e 2008.

Faria e a mulher, Patrícia Abravanel, tentam anular parte da delação de executivo da J&F. O trecho contestado pelo casal se refere ao depoimento em que Saud relatou aos investigadores da Lava Jato que a empresa combinou um pagamento de propina para o deputado durante um jantar na casa do dono da JBS, Joesley Batista.


Felipe Maia (DEM)

Filho do senador José Agripino Maia e primo distante de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, Felipe está no terceiro mandato de deputado federal. Empresário nas áreas de comércio e comunicação, o parlamentar presidiu a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte. Embora sua carreira seja no RN, Maia nasceu no Rio de Janeiro. 

Felipe Maia é apontado pelo TCU como envolvido em negócios suspeitos, segundo a revista ISTOÉ. Também responde acusação por nepotismo cruzado. Seu pai, o senador José Agripino, foi acusado de receber propina para construção de estádio da Copa do Mundo e o parlamentar também estaria envolvido na mesma acusação.


Rogério Marinho (PSDB)

Neto do ex-deputado federal Djalma Marinho, o deputado é professor e economista de formação e está em seu segundo mandato. É um dos principais defensores da reforma do Ensino Médio e do projeto Escola Sem Partido. É Relator da reforma trabalhista e está sendo investigado por relação com terceirizada fraudadora. Também tem o nome listado na Farra das Passagens.



Walter Alves (PMDB)

Filho do senador Garibaldi Alves Filho, está em seu primeiro mandato como deputado federal e foi por duas vezes deputado estadual. O parlamentar e o seu pai estão na lista dos 18 políticos acusados de pedir propina e citados em delação premiada.


Com informações de Wikipedia Jornal o Dia (Rio), Portal G1 e Carta Capital, além de blogs do RN, como Blog do VT, Robson Pires Xerife, Fala RN, Diário do Poder e Blog do Primo.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [23] #Piauí


Atila Lira (PSB)

Economista e administrador de empresas, Lira está em seu sexto mandato como deputado federal. Por quatro vezes tentou eleições majoritárias, sem sucesso. Sua vida pública começou na Arena, o partido de sustentação ao Regime Militar (1964-1985). Acusado de crime de improbidade administrativa quando era secretário de educação, teve os bens bloqueados. Também foi acusado de legislar em causa própria quando defendeu a abertura de instituições particulares de ensino superior, pois sua família é proprietária de faculdades. 


Heráclito Fortes (PSB)

Vindo de família tradicionalmente política, o avô do parlamentar era deputado estadual do Piauí durante o Estado Novo, de Getúlio Vargas. Na década de 1970, foi Oficial de Gabinete do vice-governador de Pernambuco, José Antônio Barreto Guimarães (1971-1973). Após outras passagens por órgãos públicos, entrou na política pela Arena, partido de sustentação do Regime Militar (1964-1985). Também foi prefeito de Teresina e deputado constituinte. Hoje está em seu oitavo mandato parlamentar.

Por votação majoritária, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu não conhecer do recurso extraordinário (manter a decisão do Tribunal de Justiça do Piauí, que o condenou Heráclito Fortes a ressarcir os cofres do município de Teresina por gastos com publicidade oficial, quando foi prefeito daquela capital, em que teria ficado caracterizada promoção pessoal). 

Telegrama obtido pelo WikiLeaks aponta que o senador Heráclito Fortes sugeriu que o governo norte-americano estimulasse a produção de armas no Brasil para conter supostas ameaças de Venezuela, Irã e Rússia. Em correspondência assinada pelo então embaixador americano Clifford Sobel, o diplomata relata o diálogo com Heráclito, que na época presidia a Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado. O senador nega a conversa.[5][6]

Em junho de 2016, na delação premiada prestada pelo ex-senador Sérgio Machado apontou que quando Heráclito era senador recebeu suborno para não criar dificuldades a projeto de lei de interesse da Transpetro, no valor de R$ 500 mil reais, como sendo doação legal e outros 500 mil que fora objeto de cobranças por parte de Heráclito.[7]


Iracema Portella (PP)

Professora de formação, Iracema está em seu segundo mandato como deputada federal. Filha do ex-governador e ex-senador pelo estado do Piauí, Lucídio Portela e da ex-deputada constituinte Myriam Nogueira Portela Nunes. É casada com o senador Ciro Nogueira Lima Filho e é sobrinha, por parte de pai, de Eloi Portela Nunes Sobrinho e de Petrônio Portella, este último era tido como o sucessor de João Figueiredo na Presidência da República, mas morreu antes da abertura política. Foi casada com o ex-governador Guilherme Mello.

A parlamentar e o marido senador foram citados em delação da Odebrecht. Ele era conhecido como "Cerrado" ou "Piqui" e teria recebido R$ 1,6 milhão. A deputada não tinha apelido, mas teria recebido R$ 500 mil. Foi chamada a depor na Polícia Federal por envolvimento em crimes como denúncias de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, cometidos também por seu marido. 


Julio Cesar (PSD)

Advogado, professor e pecuarista, o parlamentar está em seu sexto mandato como deputado federal. Antes da Câmara, foi prefeito de sua cidade natal, Guadalupe. É pai do deputado estadual Georgiano Neto. O parlamentar é acusado de usar verba da Câmara para campanhas de aliados. O deputado também foi investigado, no inquérito 2239, p0r crime de peculato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha por atos que teria cometido no período em que foi presidente da Águas e Esgoto do Piauí SA (Agespisa), entre dezembro de 2001 e junho de 2002.


Maia Filho (PP)

Também conhecido como Mainha, o deputado é filho do também político José de Andrade Maia. Está em seu segundo mandato como deputado federal. Foi condenado por improbidade administrativa em 2013, por fraudar licitações para construção de escolas quando era prefeito de Itainópolis. Também responde outros processos, como esses abaixo:

TRF-1 Seção Judiciária do Piauí Improbidade Administrativa Nº 2700-41.2002.4.01.4000 - Condenado por improbidade administrativa com dano ao erário e violação aos princípios administrativos. A Justiça determinou a suspensão dos seus direitos políticos por cinco anos e o pagamento de multa de R$ 15 mil. De acordo com a decisão, o ex-prefeito recebeu repasses federais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) por inconclusão de obras e dispensa de licitação irregular.

TCU Acórdão Nº1964/2004 - O Tribunal constatou irregularidades na prestação de contas e na execução de convênio firmado com o FNDE para construção de escola agrícola, no período em que foi prefeito de Itainópolis. Foi condenado à devolução de R$ 59.345,77 e ao pagamento de multa de R$ 10 mil. O parlamentar recorreu, mas decisão foi mantida: TCU - Acórdão nº 1047. 

TCU Acórdão Nº 6246/2014 - Condenado à devolução de R$ 66.628 e ao pagamento de multa de R$ 20 mil por irregularidades na execução de convênio com a Fundação Nacional de Saúde para construção de sistemas de abastecimento de água, quando prefeito de Itainópolis. O parlamentar recorreu, mas a decisão foi mantida: TCU Acórdão Nº 355/2015 e TCU - Acórdão nº 4196/2016. 

TCU Acórdão Nº 2087/2014 - Condenado à devolução de R$ 37.500 e ao pagamento de multa de R$ 10 mil por irregularidades na execução de convênio com a Fundação Nacional de Saúde para construção de sistemas de abastecimento de água, quando prefeito de Itainópolis. O parlamentar recorreu, mas a decisão foi mantida: TCU Acórdão Nº 4452/2014 e TCU - Acórdão nº 354/2015. 

TRE-PI - Prestação de contas nº 60298.2011.618.0000 - A Justiça Eleitoral reprovou a prestação de contas do DEM-PI referente ao exercício financeiro de 2010, quando o parlamentar presidia regionalmente a sigla. O partido foi condenado a restituir R$ 50 mil aos cofres públicos. 

TRF-1 Apelação Nº 0005273-13.2006.4.01.4000 - Condenado em 2013 pela Justiça Federal (JF) do Piauí a três meses de prisão por crimes de responsabilidade, o parlamentar conseguiu reverter a decisão com a prescrição da punibilidade. A ação penal, que foi aberta em 2006, chegou a tramitar no STF, mas foi devolvida à primeira instância após o parlamentar deixar o cargo de deputado federal em 2011. 



Marcelo Castro (PMDB)

Esteve ausente das votações de 02 de agosto. É médico de formação e está na vida pública desde a década de 1970. Foi ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff.[1] Em 17 de fevereiro de 2016 Castro pediu saída temporária do Ministério, no qual foi atendido prontamente,[2] entretanto retornou ao cargo no dia seguinte.[3]Em 17 de abril de 2016, Marcelo Castro votou contra a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[4]Entregou sua carta de demissão definitiva em 27 de abril de 2016.[5] Está em seu quinto mandato como deputado federal. Também foi acusado de usar dinheiro público para enriquecer parentes.


Paes Landim (PTB)

É advogado e professor, estando em seu oitavo mandato. Começou sua vida pública nos anos 1950 pelo extinto partido UDN. Com a redemocratização, entrou no PDS, partido de sustentabilidade ao Regime Militar (1964-1985). Egresso do PDS migrou para o PFL e, a partir de sólido arrimo político-familiar, foi eleito deputado federal em 1986, 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014. Filiou-se ao PTB a convite do ex-senador João Vicente Claudino. Filho de deputado estadual, viu seus irmãos, Luiz Gonzaga Paes Landim e Paulo Henrique Paes Landim exercerem a mesma função e, um terceiro, Murilo Antônio Paes Landim, foi prefeito de São João do Piauí por duas vezes. Votou contra o impeachment de Dilma e foi acusado de receber R$ 180 mil da Odebrecht.


Com informações de Wikipedia, Portal G1, e blogs piauienses: Saraiva Repórter, Pé de Figueira, GP1, JF Agora, Viagora, Cidades na Net e Cidade Verde.



Quem disse NÃO ao Brasil? [22] #Sergipe


André Moura (PSC)

Está em seu segundo mandato de deputado federal, foi prefeito e deputado estadual. Filho do ex-deputado Reinaldo Moura (inclusive o parlamentar usa o sobrenome "Moura" em homenagem ao pai. Seu nome de registro é André Luís Dantas Ferreira). Foi condenado por improbidade administrativa ao contratar servidores sem concurso público quando foi prefeito de Pirambu, entre 1997 e 2004, de acordo com a sentença. Também responde a seis processos no Supremo Tribunal Federal, acusado de crimes que vão de apropriação indébita, desvio ou utilização de bens públicos do município e até mesmo uma suposto envolvimento em um caso de tentativa de homicídio.


Fábio Mitidieri (PMDB)

Está no primeiro mandato de deputado federal. É empresário e antes da Câmara foi deputado estadual e é filho do ex-deputado estadual Luiz Antonio Mitidieri. Responde a processos como rejeição de contas de campanha e de ser réu, junto com a irmã em ação penal por crime contra a ordem tributária. Integra a bancada evangélica no Congresso Nacional. 

Com informações da Wikipedia, Brasil 247, O Globo e Atlas Político




Quem disse NÃO ao Brasil? [21] #Pernambuco


Adalberto Cavalcanti (PTB)

Nascido em Juazeiro (BA) fez carreira política no Sertão de Pernambuco e está em seu primeiro mandato de deputado federal. Foi prefeito de Afrânio e deputado estadual. É acusado de usar mais de R$ 90 mil da Câmara para pagar sua empregada doméstica. Em 2012, também foi acusado de ameaçar um primo, também político, que acabou indo prestar queixa na polícia contra o parlamentar. Também foi acusado de impedir que comunidades carentes fossem atendidas por programas de saúde de um adversário político. 


Augusto Coutinho (SD)

Está em seu segundo mandato como deputado federal sempre entrando como suplente. Antes da Câmara Federal foi vereador do Recife e deputado estadual. Formado em engenharia, é empresário ligado à construção civil. Fundou o Belo Jardim Futebol Clube e ocupou postos de comando no Santa Cruz Futebol Clube. Foi diretor do Sindicato da Construção Civil de Recife (1988-1990). 

É genro do ex-deputado federal José Mendonça Bezerra e cunhado do ex-governador Mendonça Filho. Coutinho tem um processo contra ele no STF, que diz respeito a construção de um muro para contenção do avanço do mar em sua casa de praia no litoral Sul de Pernambuco. 


Bruno Araújo (PSDB)

Atual ministro das cidades do governo Temer, Araujo está em seu terceiro mandato de deputado federal. Foi dele o voto que consolidou a aceitação do processo de impeachment contra Dilma Rousseff. Teve seu nome citado em delação da Odebrecht, como suspeito de lavagem de dinheiro e corrupção passiva e ativa

Em julho, se afastou do cargo, às pressas, por uma semana, para realizar misteriosa viagem ao exterior, onde teria ido tratar de "assuntos pessoais inadiáveis". Coincidência ou não, no dia 5 de julho estourou a “Operação Black List“, da PF, que teve como alvo um amigo e cabo eleitoral; o afastamento ocorreu ainda no momento em que seu sócio, Marcos Meira, advogado na Lava Jato, é suspeito de tráfico de influência no STJ.


Eduardo da Fonte (PP)

Está no terceiro mandato como deputado federal. Foi autor em 2010 de uma lei que visa a proibir o anonimato na internet, para expor os blogueiros e jornalistas que vivem por esse meio de comunicação.[6] Eduardo é acusado de receber propina da construtora Queiroz Galvão, que foi uma das responsáveis pela construção da Refinaria Abreu e Lima, no município de Ipojuca, Recife[8]

O deputado também é acusado de intermediar a aproximação com o então senador Sérgio Guerra (PSDB), morto em março de 2014. As propinas seriam para evitar que a oposição iniciasse uma CPI da Petrobras no Congresso.[9].[8] Também é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de votos, rejeitou recurso (agravo regimental) apresentado pelo deputado contra decisão do ministro Edson Fachin no Inquérito (INQ) 3998. Em 16 de fevereiro desde ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou petição contendo áudio da participação do ex-senador Sérgio Guerra na CPI da Petrobras em 14 de julho de 2009.



Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB)

Está no segundo mandato de deputado federal e é filho do senador Fernando Bezerra Coelho. Integra a bancada ruralista e a maioria de seus projetos são para beneficiar este segmento. É o atual ministro de minas e energia do governo Temer. Em 2012, foi acusado de ser beneficiado pelo pai quando o senador era ministro de estado e o filho como deputado federal. Mesmo com o PSB fora da base de Temer, Fernando Filho não entregou o cargo e continua no ministério.



Fernando Monteiro (PP)

Está na suplência do mandato federal. É empresário no setor de transportes e logística. É filho de Luciano Albuquerque, que recentemente foi nomeado superintendente da Codevasf. Também é primo do senador Armando Monteiro Neto e herdeiro político de José Múcio Monteiro, conselheiro do Tribunal de Contas da União.



João Fernando Coutinho (PSB)

Não participou da votação que salvou a pele de Temer. Administrador de empresas e proprietário rural, é filho do ex prefeito de Água Preta, Eduardo Coutinho. Está em seu primeiro mandato como deputado federal e antes da Câmara foi deputado estadual por três legislaturas seguidas. É acusado de improbidade administrativa, envolvendo emendas parlamentares para realização de shows, pagos com dinheiro público. É favorável ao sistema parlamentarista e recebeu mais de R$ 1 milhão de empresas em doações de campanha.


Jorge Corte Real (PTB)

Embora tenha feito carreira política em Pernambuco, Corte Real nasceu em Salvador. É empresário, líder do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) e engenheiro civil de formação. À frente da empresa familiar A.B Côrte Real & Cia. Ltda. e mais tarde como sócio na Incorporadora Carrilho & Real Empreendimentos Ltda , exerceu papel empresarial que o levou para sindicato da classe patronal. Está no segundo mandato de deputado federal. Teve o nome ligado à Operação Zelotes, sendo acusado de corrupção passiva e prevaricação.



Luciano Bivar (PSL)

Empresário, político, cartola de futebol e ex-presidenciável, Bivar foi efetivado recentemente no cargo de deputado federal com a ida de Kaio Maniçoba para a Secretaria de habitação de Pernambuco. Revelou que subornou pessoas da CBF para que o jogador Leomar Leiria fosse convocado para a seleção brasileira de 2001. Figura entre as maiores fortunas da política de Pernambuco.


Marinaldo Rosendo (PSB)


O empresário e ex-prefeito de Timbaúba está em seu primeiro mandato como deputado federal. Em 20 de abril de 2016, o Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE) ajuizou ação civil pública contra Marinaldo Rosendo de Albuquerque, quando foi prefeito de Timbaúba por ato de improbidade administrativa

No segundo trimestre do exercício financeiro de 2012, extrapolou o limite de 54% da Receita Corrente Líquida com despesas com pessoal imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal e não adotou as medidas necessárias para reduzir o excesso de gastos com pessoal em pelo menos 1/3, conforme orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE).[2]



Mendonça Filho (DEM)

Ex-governador de Pernambuco, ex-deputado estadual e atual ministro da educação do Governo Temer, foi um dos que retornaram à câmara para salvar a pele do presidente. Em 2014, foi acusado de receber propina de R$ 100 mil durante a campanha para a Câmara Federal. Foi o autor da emenda constitucional que permitia a reeleição nos cargos executivos, o que de imediato beneficiou Fernando Henrique Cardoso, que foi reeleito presidente da República em 1998. 


Ricardo Teobaldo (PTN)

Ex-deputado estadual e ex-prefeito do município de Limoeiro, Ricardo Teobaldo está em seu primeiro mandato como deputado federal. Responde acusação no STF por Crimes da Lei de licitações e crimes de responsabilidade, acusações que são de sua época quando prefeito de Limoeiro. Também foi multado pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) por descumprir um termo de ajuste de gestão, também na época em que era prefeito.



Sebastião Oliveira (PR)

Secretário de transportes de Pernambuco, foi exonerado tão somente para votar a favor de Michel Temer. Está em seu primeiro mandato como deputado federal e é herdeiro político do tio, o ex deputado Inocêncio Oliveira. Se absteve na votação do impeachment de Dilma Rousseff . Por ser médico concursado da Assembleia Legislativa, mesmo licenciado e nunca ter dado expediente como profissional de saúde, recebe salário de mais de R$ 27 mil, por ser secretário de estado. 


Zeca Cavalcanti (PTB)

Médico de formação e ex-prefeito de Arcoverde, Cavalcanti está em seu primeiro mandato como deputado federal. Votou contra o impeachment da Dilma. Responde a 10 processos no STF, a maioria ligada a seus mandatos como prefeito. Também é acusado de locar irregularmente imóvel do próprio sogro, com verba da Câmara em Arcoverde.


Com informações de Portal Leia Já, Wikipedia, Blog Carlos Britto, Gazzeta.com.br, Polêmica PB, Blog do Famésio, Nill Junior, Congresso em Foco, STF, Portal G1, Portal Brasil 247, Blog do Jamildo, Portal AZ, Noelia Brito, Edmar Lira, Giro Mata Norte, Agreste Vip, Estado de Minas, IstoÉ, Jornal do Commercio, Wagner Gil. 



domingo, 13 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [20] #Paraná Parte 2


Luiz Nishimori (PR)

Contabilista de formação e agricultor de profissão, Nishimori está em seu segundo mandato como deputado federal. É acusado de estelionato majorado, formação de quadrilha e crimes contra a fé pública. O parlamentar teria participação em esquema de nomeação de funcionários "fantasmas" (recebem salários, mas não exercem o ofício) na Assembleia Legislativa do Paraná. A ação segue em segredo de justiça.

Em 2013, um assessor parlamentar de seu gabinete foi preso depois de ir até a delegacia da Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência informando sobre o extravio de sua carteira de motorista. Ao conferir a documentação, os policiais descobriram que o assessor era procurado pela justiça pelo crime de peculato e que havia um mandado de prisão contra ele.


Nelson Meurer (PP)

Político de carreira, está no PP desde o tempo em que o partido se chamava Arena, partido de sustentação do Regime Militar (1964-1985). Tem o nome envolvido na Operação Lava Jato. O parlamentar e os dois filhos se tornaram réus acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suspeita de terem se beneficiado de desvios de dinheiro da Petrobras. Pela acusação teve bloqueio de bens que chegam a valer mais de R$ 78 milhões.


Nelson Padovani (PSDB)

Embora tenha carreira política pelo Paraná, Padovani nasceu na cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Chegou ao Congresso Nacional como suplente parlamentar. É empresário e está no segundo mandato de deputado federal. Teve rejeitadas as contas eleitorais referentes à candidatura de 2014. Integrante da bancada ruralista, Padovani é um dos principais articuladores das propostas que visam permitir a “concessão” de terras indígenas a produtores rurais.


Osmar Bertoldi (DEM)

Pedagogo de formação, está no primeiro mandato de deputado federal e antes da Câmara foi deputado estadual pelo Paraná e vereador de Curitiba. Foi acusado de estupro e cárcere privado, chegando a ser preso. Após oito meses de cadeia foi solto e dias depois assumiu vaga de deputado federal. Do ponto de vista eleitoral, Bertoldi foi acusado de propaganda irregular quando ainda era deputado estadual.


Osmar Serraglio (PMDB)

Não participou da votação que arquivou o processo contra Michel Temer, embora tenha sido seu ministro da justiça ao substituir Alexandre de Moraes, indicado ao Supremo Tribunal Federal. Está em seu quinto mandato de deputado federal. Iniciou carreira no MDB em 1978 (o partido que deu origem ao PMDB). Fiel ao ex-deputado Eduardo Cunha, organizou várias manobras para proteger o então presidente da Câmara, quando estava na Comissão de Constituição e |Justiça. Também foi acusado de proteger frigorífico envolvido na Operação Carne Fraca..


Reinhold Stephanes (PSD)

Não esteve presente na votação que salvou a pele do Temer. Embora tenha carreira política desenvolvida no Paraná, Stephanes é catarinense. Está em seu quarto mandato e é economista de profissão. Foi ministro de estado de nada menos que três presidentes: Collor, FHC e Lula. Começou sua carreira política pela Arena (Aliança Renovadora Nacional), partido de sustentação ao regime militar (1964-1985).

Em 2016 foi denunciado pela participação no Escândalo das passagens aéreas, ocorrido quando era deputado federal em 2009.[5]Teria continuado usufruindo da cota de passagens aéreas de que tinha direito como deputado, depois de ser nomeado ministro, apesar do Ato 42 da Mesa da Casa, de 2000, afirmar que os deputados não podem utilizar a cota enquanto seus suplentes estiverem em exercício.[6]


Sérgio de Souza (PMDB)

Advogado de formação, está em seu primeiro mandato como deputado federal. Eleito por unanimidade em março deste ano como presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara, o parlamentar teve seu nome citado em grampos da Operação Carne Fraca como tendo recebido “muito dinheiro”.


Takayama (PSC)

Pastor integrante da Igreja Assembleia de Deus, o parlamentar é uma das maiores lideranças da bancada evangélica na Câmara Federal e está no seu quarto mandato. Se notabiliza por declarações misóginas e homofóbicas. Em 2011, o Supremo Tribunal Federal aceitou uma denúncia contra ele, feita pelo Ministério Público Federal. O parlamentar foi acusado de desviar os salários de 12 pessoas que trabalharam para ele entre os anos de 1999 e 2003, quando ocupou o cargo de deputado estadual no Paraná.[3]

Em 2015, declarou que os próprios homossexuais são responsáveis pelos dos crimes de homofobia, em “briguinhas íntimas”.[5] Desde a mesma data, Takayama foi escolhido como líder da chamada bancada evangélica, na qual critica e é contra a união homossexual e a favor do Estatuto da Família, que reconhece apenas o casamento heterossexual.[7] Em 16 de junho de 2017, em entrevista ao portal do HuffPost, Hidekazu afirmou que homens não foram feitos para executar atividades domésticas.[8]


Toninho Wandscheer (PROS)

Engenheiro civil de formação, Wandscheer está em seu primeiro mandato como deputado federal. Começou a carreira política no PPS e depois passou temporada no PT e após à sua chegada na Câmara Federal mudou de legenda, primeiro para o PMB e depois para o PROS onde está hoje. Foi acusado de improbidade administrativa (dano ao erário), além de ter sido condenado em outras ocasiões, a maior parte delas dos seus tempos de prefeito.


Com informações de Ranking Políticos, Portal G1, Folha SP, Gazeta do Povo, Congresso em Foco, República dos Ruralistas, Bem Paraná, Site Oficial da Câmara e Estadão (SP)